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O cotidiano da floresta foi registrado

Arquivo Geral

21/08/2004 0h00

Apesar de tanta dor e penúria, Valdir Cruz também registrou temas corriqueiros. Ele elege como boas lembranças as mulheres catando caranguejos, a travessia na pinguela (um tronco fino que serve de ponto), a caçada e preparação da carne de macaco.

O escritor americano Patrick Tierney, a enfermeira vienense Cláudia Kastinger e o microcopista brasileiro Marinho de Souza participaram da expedição ao lado de Cruz. Eles levaram remédios e presentes para os índios e acreditam que isso colaborou para que o fotógrafo ganhasse a confiança da comunidade e permitiu a realização de fotografias que poucos conseguiriam fazer – como os registros de rituais xamânicos.

Valdir tem se dedicado intensamente nos últimos dez anos ao projeto Faces da Floresta. Ele já fotografou, além dos Yanomami, vários povos indígenas como so Ingariko, Macuxi, Yawanawa, Kaxinawa, Matis e Korubos. Sua intenção é lançar vários livros retratando a diversidade dos povos amazônicos.

Desde o início da sua carreira nos anos 80 até hoje Valdir participou de mais de 50 mostras coletivas e individuais nos Estados Unidos, Brasil e Europa. Várias instituições mantêm em seus acervos permanentes fotos de Valdir, dentre eles, o Masp e o Moma.

serviço

Faces da Floresta, Os Yanomami – fotos de Valdir Cruz. Até dia 26 de setembro. De terça a domingo, das 9h às 21h. Na galeria principal do Conjunto Cultural da Caixa (SBS). Visitas podem ser agendadas pelo telefone 414-9450.

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    Arquivo Geral

    21/08/2004 0h00

    Apesar de tanta dor e penúria, Valdir Cruz também registrou temas corriqueiros. Ele elege como boas lembranças as mulheres catando caranguejos, a travessia na pinguela (um tronco fino que serve de ponto), a caçada e preparação da carne de macaco.

    O escritor americano Patrick Tierney, a enfermeira vienense Cláudia Kastinger e o microcopista brasileiro Marinho de Souza participaram da expedição ao lado de Cruz. Eles levaram remédios e presentes para os índios e acreditam que isso colaborou para que o fotógrafo ganhasse a confiança da comunidade e permitiu a realização de fotografias que poucos conseguiriam fazer – como os registros de rituais xamânicos.

    Valdir tem se dedicado intensamente nos últimos dez anos ao projeto Faces da Floresta. Ele já fotografou, além dos Yanomami, vários povos indígenas como so Ingariko, Macuxi, Yawanawa, Kaxinawa, Matis e Korubos. Sua intenção é lançar vários livros retratando a diversidade dos povos amazônicos.

    Desde o início da sua carreira nos anos 80 até hoje Valdir participou de mais de 50 mostras coletivas e individuais nos Estados Unidos, Brasil e Europa. Várias instituições mantêm em seus acervos permanentes fotos de Valdir, dentre eles, o Masp e o Moma.

    serviço

    Faces da Floresta, Os Yanomami – fotos de Valdir Cruz. Até dia 26 de setembro. De terça a domingo, das 9h às 21h. Na galeria principal do Conjunto Cultural da Caixa (SBS). Visitas podem ser agendadas pelo telefone 414-9450.

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