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O carma das gravadoras

Arquivo Geral

20/09/2003 0h00

O show de Márcio Faraco não sela sua volta ao Brasil, apesar de lançar um disco pelo selo brasileiro Biscoito Fino. Segundo ele, as gravadoras são as grandes culpadas por forçar esse “exílio” dos músicos brasileiros mais tradicionais. “Elas investem num resultado muito instantâneo. Quando cheguei ao Brasil ouvi falar numa tal de Kelly Key. Isso é uma coisa que ninguém conhece no exterior. Mas ela vende, sei lá 100 mil cópias de uma vez. No entanto, o primeiro disco do Caetano, que vendeu somente 10 mil cópias na época, é vendido até hoje”, analisa. Faraco acredita que quando os “artistas do momento” deixam de dar retorno, a gravadora só sobrevive por causa do seu catálogo. “Aí o selo relança coletâneas de sucessos dos músicos realmente bons, afirma o músico. “A Biscoito Fino é uma mão acenando no meio do oceano”, ressalta. O selo carioca é responsável por lançar novos projetos de brasileiros “esquecidos pelas gravadoras” como Francis Hime e até Maria Bethânia, que agora lança seu próprio selo.

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