O Massacre da Serra Elétrica, clássico B do cinema de terror independente norte-americano (originalmente filmado em 16 milímetros), de 1974, é recriado na telona pelas mãos do cineasta Marcus Nispel. Dois anos depois de pronto e com sua data de estréia freqüentemente adiada pela Europa Filmes, chega, enfim, aos cinemas brasileiros a refilmagem da obra de Tobe Hopper sobre a família de necrófilos canibais lideradas pelo maníaco Leatherface.
Em cartaz a partir de hoje nas salas da cidade, a película recria a história brutal inspirada no lastro de sangue espalhado pelo serial killer Ed Gein, capturado pelo FBI nos anos 50 após ter feito mais de 30 vítimas. Tudo começa quando um grupo de jovens resolve viajar de férias para o México – o filme foi um dos primeiros a criar este estereótipo, futuramente copiado pelas séries Sexta-feira 13 e Halloween.
Ao ficarem sem gasolina num local ermo no Texas, os amigos procuram desesperadamente por um telefone e são surpreendidos por um homem alto, com uma máscara feita de pele humana, uma serra elétrica na mão e uma coleção de objetos manufaturados a partir de pedaços humanos.