Menu
Promoções

Nova técnica para arritmia cardíaca

Arquivo Geral

16/03/2004 0h00

Cientistas americanos desenvolveram uma nova técnica médica que permitirá um diagnóstico mais rápido e um melhor tratamento da arritmia cardíaca, doença que afeta e mata milhões de pessoas no mundo. Mais de sete milhões de pessoas morrem ao ano vítimas de arritmias cardíacas (e suas diversas conseqüências, como o infarto) e muitas sofrem destes transtornos, segundo o médico Yoram Rudy e seus colegas da Case Western Reserve University de Cleveland (EUA), cujos trabalhos são publicados na página na Internet da revista científica britânica Nature Medicine.

O diagnóstico habitual, feito por meio de um eletrocardiograma (ECG), dá informações sobre a atividade elétrica do coração a partir de captadores colocados na pele. Mas, segundo os cientistas, o eletrocardiograma não é suficientemente preciso.

Para avaliar com mais precisão as arritmias cardíacas e suas causas e repercussões no coração, os cientistas cruzaram os dados do eletrocardiograma com imagens da superfície do órgão obtidas mediante um scanner.

Este tipo de produção não invasiva de imagens, sem intervenção cirúrgica ou introdução de dispositivo médico no corpo, permitiu observar a atividade de um coração normal e ver como os transtornos do ritmo cardíaco afetam as diferentes partes do músculo cardíaco.

Segundo os autores da pesquisa, a ECGI permitirá observar a atividade do coração de pessoas geneticamente predispostas à arritmia cardíaca, determinar com maior precisão a região do coração que deve ser submetida à intervenção (cirurgia, injeção de medicamentos, etc.) e inclusive avaliar a eficácia de uma terapia.

    Você também pode gostar

    Nova técnica para arritmia cardíaca

    Arquivo Geral

    16/03/2004 0h00

    Cientistas americanos desenvolveram uma nova técnica médica que permitirá um diagnóstico mais rápido e um melhor tratamento da arritmia cardíaca, doença que afeta e mata milhões de pessoas no mundo. Mais de sete milhões de pessoas morrem ao ano vítimas de arritmias cardíacas (e suas diversas conseqüências, como o infarto) e muitas sofrem destes transtornos, segundo o médico Yoram Rudy e seus colegas da Case Western Reserve University de Cleveland (EUA), cujos trabalhos são publicados na página na Internet da revista científica britânica Nature Medicine.

    O diagnóstico habitual, feito por meio de um eletrocardiograma (ECG), dá informações sobre a atividade elétrica do coração a partir de captadores colocados na pele. Mas, segundo os cientistas, o eletrocardiograma não é suficientemente preciso.

    Para avaliar com mais precisão as arritmias cardíacas e suas causas e repercussões no coração, os cientistas cruzaram os dados do eletrocardiograma com imagens da superfície do órgão obtidas mediante um scanner.

    Este tipo de produção não invasiva de imagens, sem intervenção cirúrgica ou introdução de dispositivo médico no corpo, permitiu observar a atividade de um coração normal e ver como os transtornos do ritmo cardíaco afetam as diferentes partes do músculo cardíaco.

    Segundo os autores da pesquisa, a ECGI permitirá observar a atividade do coração de pessoas geneticamente predispostas à arritmia cardíaca, determinar com maior precisão a região do coração que deve ser submetida à intervenção (cirurgia, injeção de medicamentos, etc.) e inclusive avaliar a eficácia de uma terapia.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado