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Nova luz contra a infertilidade

Arquivo Geral

20/03/2004 0h00

Cientistas afirmam que podem ter entendido mal uma das regras básicas da biologia humana, despertando a esperança de que possa haver novos progressos na área de fertilidade. Durante décadas, os pesquisadores pensaram que todas as mulheres nasciam com um determinado número de óvulos e que esses óvulos acabavam depois de anos, levando à menopausa. Mas testes em ratos de laboratório sugerem que isso pode não acontecer. Os pesquisadores descobriram que as fêmeas produzem óvulos depois que nascem. Em artigo na revista Nature, os pesquisadores disseram que se o mesmo ocorrer com seres humanos, poderá haver “implicações clínicas significativas”. O estudo pode causar uma reviravolta em conceitos científicos básicos. Em 1921, cientistas propuseram uma “doutrina biológica básica”, que dizia que as fêmeas de várias espécies nascem com um número determinado de óvulos e não podem produzir

mais nenhum durante

a vida. Em 1950, isso

já havia se tornado

um dogma. Acreditava-se que apenas algumas espécies, tais como a mosca da fruta, estariam fora dessa regra. Mas pesquisadores da Faculdade de Medicina

de Harvard, dos

Estados Unidos, dizem que o mundo científico pode ter que repensar suas teorias. Se a nova descoberta se confirmar em seres humanos, ela pode abrir novos caminhos para o tratamento de infertilidade e menopausa.

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    20/03/2004 0h00

    Cientistas afirmam que podem ter entendido mal uma das regras básicas da biologia humana, despertando a esperança de que possa haver novos progressos na área de fertilidade. Durante décadas, os pesquisadores pensaram que todas as mulheres nasciam com um determinado número de óvulos e que esses óvulos acabavam depois de anos, levando à menopausa. Mas testes em ratos de laboratório sugerem que isso pode não acontecer. Os pesquisadores descobriram que as fêmeas produzem óvulos depois que nascem. Em artigo na revista Nature, os pesquisadores disseram que se o mesmo ocorrer com seres humanos, poderá haver “implicações clínicas significativas”. O estudo pode causar uma reviravolta em conceitos científicos básicos. Em 1921, cientistas propuseram uma “doutrina biológica básica”, que dizia que as fêmeas de várias espécies nascem com um número determinado de óvulos e não podem produzir

    mais nenhum durante

    a vida. Em 1950, isso

    já havia se tornado

    um dogma. Acreditava-se que apenas algumas espécies, tais como a mosca da fruta, estariam fora dessa regra. Mas pesquisadores da Faculdade de Medicina

    de Harvard, dos

    Estados Unidos, dizem que o mundo científico pode ter que repensar suas teorias. Se a nova descoberta se confirmar em seres humanos, ela pode abrir novos caminhos para o tratamento de infertilidade e menopausa.

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