Menu
Promoções

Nos bastidores

Arquivo Geral

16/05/2005 0h00

Injustiça – Por ser filho da jornalista e atriz Marília Gabriela e enteado do ator Reynaldo Gianecchini, Theodoro é cobrado em sua carreira. “A exigência é maior e incomoda. Às vezes, é injusta. Só porque tenho acesso a tudo, as pessoas acham que ganho as coisas de bandeja e não é isso”.

Ajuda – “Minha mãe sempre me dá toques. Durante a contratação pela Record, a gente trocou figurinha sobre

o personagem. Ela leu o livro ’Senhora’ (uma das obras

de José de Alencar, que inspirou a novela) e discutimos sobre a história”.

Curta-metragem – Theodoro está produzindo um curta-metragem. “Eu acabei o roteiro agora, ao lado de meu amigo Homero Olivetto, filho do publicitário Washington Olivetto. O filme fala sobre um rapaz e sua cadela doente. No filme, eu também vou atuar”, conta ele, de 26 anos.

Tiradentes – O centro histórico da cidade de Tiradentes, em Minas Gerais, é uma das locações usadas na novela. Local propício para o lado esportivo do ator. “Fora das gravações, eu aproveito a natureza: todos os dias, vou à cachoeira, corro e nado na piscina do hotel”.

    Você também pode gostar

    Nos bastidores

    Arquivo Geral

    16/05/2005 0h00

    Injustiça – Por ser filho da jornalista e atriz Marília Gabriela e enteado do ator Reynaldo Gianecchini, Theodoro é cobrado em sua carreira. “A exigência é maior e incomoda. Às vezes, é injusta. Só porque tenho acesso a tudo, as pessoas acham que ganho as coisas de bandeja e não é isso”.

    Ajuda – “Minha mãe sempre me dá toques. Durante a contratação pela Record, a gente trocou figurinha sobre

    o personagem. Ela leu o livro ’Senhora’ (uma das obras

    de José de Alencar, que inspirou a novela) e discutimos sobre a história”.

    Curta-metragem – Theodoro está produzindo um curta-metragem. “Eu acabei o roteiro agora, ao lado de meu amigo Homero Olivetto, filho do publicitário Washington Olivetto. O filme fala sobre um rapaz e sua cadela doente. No filme, eu também vou atuar”, conta ele, de 26 anos.

    Tiradentes – O centro histórico da cidade de Tiradentes, em Minas Gerais, é uma das locações usadas na novela. Local propício para o lado esportivo do ator. “Fora das gravações, eu aproveito a natureza: todos os dias, vou à cachoeira, corro e nado na piscina do hotel”.

      Você também pode gostar

      Nos bastidores

      Arquivo Geral

      23/01/2005 0h00

      Sonho – Benedito Ruy Barbosa escreveu a minissérie na década de 80. “Há muitos anos, a Globo não aceitou fazer Pantanal por achar que atrizes globais não fariam xixi no mato. Sabendo o que vocês passaram, digo que a Globo se redime”, elogia o autor. “A maior frustração da minha vida foi não ter feito Pantanal na Globo. Agradeço à Manchete por isso. Estou de alma lavada. Pantanal é um hotel cinco estrelas perto da floresta”.

      Cenário – Seis quilômetros de trilhos da ferrovia original, no vilarejo de Abunã, foram recuperados e a locomotiva Mad Maria, reformada. Mais de 450 pessoas trabalharam no set e 150 figurantes da região participaram da trama.

      Romance – Namorando Ricardo Waddington há sete meses, Ana Paula confessa que ele é um diretor exigente: “É bom porque ele instiga você a ir mais fundo. O fato de namorarmos não interfere em nada”.

      Transformação – “Finnegan é recém-formado, pensa que vai curar os operários doentes. Mas tem dificuldade de trabalhar e se embrutece”, conta Fábio sobre seu personagem. “Ele termina matando gente. Começa a falar a mesma língua daquela babel. São operários de vários lugares do mundo, com conflitos religiosos, raciais, malária e febre amarela”, explica o ator. No livro, o personagem não termina ao lado de Consuelo. A pianista conhece o índio Joe (Fidellis Baniwa), que não tem as mãos, cortadas pelos alemães como castigo. Ele aprende a tocar piano com os pés e os dois vão morar nos Estados Unidos.

      Indignação – Fábio ficou impressionado com a história da ferrovia, que não conhecia. “É um fracasso brasileiro. Uma estrada que não valeu para nada, foi desativada e sucateada”, lembra o ator, recém-separado da produtora Priscila Borgonovi, com quem tem um filho, João, de dois anos.

        Você também pode gostar

        Nos bastidores

        Arquivo Geral

        23/01/2005 0h00

        Sonho – Benedito Ruy Barbosa escreveu a minissérie na década de 80. “Há muitos anos, a Globo não aceitou fazer Pantanal por achar que atrizes globais não fariam xixi no mato. Sabendo o que vocês passaram, digo que a Globo se redime”, elogia o autor. “A maior frustração da minha vida foi não ter feito Pantanal na Globo. Agradeço à Manchete por isso. Estou de alma lavada. Pantanal é um hotel cinco estrelas perto da floresta”.

        Cenário – Seis quilômetros de trilhos da ferrovia original, no vilarejo de Abunã, foram recuperados e a locomotiva Mad Maria, reformada. Mais de 450 pessoas trabalharam no set e 150 figurantes da região participaram da trama.

        Romance – Namorando Ricardo Waddington há sete meses, Ana Paula confessa que ele é um diretor exigente: “É bom porque ele instiga você a ir mais fundo. O fato de namorarmos não interfere em nada”.

        Transformação – “Finnegan é recém-formado, pensa que vai curar os operários doentes. Mas tem dificuldade de trabalhar e se embrutece”, conta Fábio sobre seu personagem. “Ele termina matando gente. Começa a falar a mesma língua daquela babel. São operários de vários lugares do mundo, com conflitos religiosos, raciais, malária e febre amarela”, explica o ator. No livro, o personagem não termina ao lado de Consuelo. A pianista conhece o índio Joe (Fidellis Baniwa), que não tem as mãos, cortadas pelos alemães como castigo. Ele aprende a tocar piano com os pés e os dois vão morar nos Estados Unidos.

        Indignação – Fábio ficou impressionado com a história da ferrovia, que não conhecia. “É um fracasso brasileiro. Uma estrada que não valeu para nada, foi desativada e sucateada”, lembra o ator, recém-separado da produtora Priscila Borgonovi, com quem tem um filho, João, de dois anos.

          Você também pode gostar

          Nos bastidores

          Arquivo Geral

          21/07/2003 0h00

          Auditório – Ana Maria Braga ainda sonha com um programa de auditório. “A Globo sabe e está lá desde o meu primeiro contrato. Quando renovo, a possibilidade continua existindo. Sinto falta de um contato direto com minha audiência.”

          Ex-marido – Durante a entrevista num hotel em São Paulo, Carlos Madrulha passou todo o tempo ao lado da ex-mulher. “Ele é meu empresário e um grande amigo”, garante Ana.

          Borboletas – Quando se separou de Madrulha, Ana disse, ao vivo, no Mais Você que tinha parado de sentir “borboletas azuis batendo no estômago”. Será que a apresentadora voltou a sentir com o novo namorado? “Se elas não baterem, não tem por que uma relação existir”, diz.

            Você também pode gostar

            Nos bastidores

            Arquivo Geral

            21/07/2003 0h00

            Auditório – Ana Maria Braga ainda sonha com um programa de auditório. “A Globo sabe e está lá desde o meu primeiro contrato. Quando renovo, a possibilidade continua existindo. Sinto falta de um contato direto com minha audiência.”

            Ex-marido – Durante a entrevista num hotel em São Paulo, Carlos Madrulha passou todo o tempo ao lado da ex-mulher. “Ele é meu empresário e um grande amigo”, garante Ana.

            Borboletas – Quando se separou de Madrulha, Ana disse, ao vivo, no Mais Você que tinha parado de sentir “borboletas azuis batendo no estômago”. Será que a apresentadora voltou a sentir com o novo namorado? “Se elas não baterem, não tem por que uma relação existir”, diz.

              Você também pode gostar

              Assine nossa newsletter e
              mantenha-se bem informado