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No balanço envolvente do sapateado universal

Arquivo Geral

09/05/2003 0h00

Quem admira o sapateado vai adorar ver Ginger Rogers e Fred Astaire, dupla cujo nome é obrigatório no dicionário dessa arte de dançar. Eles estão hoje no Lanterna Mágica, que apresenta o documentário No Ritmo do Sapateado. O programa faz uma retrospectiva das origens do sapateado – que, nos Estados Unidos, começou a ser desenvolvido pelos imigrantes europeus (incluídos os escravos) por volta de 1600. Duas influências foram fundamentais para essa arte: o jig, dança folclórica de origem irlandesa baseada no jogo de pernas com o corpo ereto; e o clog (do inglês, tamancos), em que o som da sola dos tamancos de madeira dava o charme da coreografia. Mas tudo isso é história remota, já que, depois da Revolta dos Escravos de 1739, as vertentes do sapateado se multiplicaram. O que o programa destaca é o glamour pós-anos 40 e 50 do século passado, quando a indústria cinematográfica americana divulgou para o mundo a arte de gente como Fred Astaire, Ginger Rogers, Gene Kelly, Bill Robinson, John Bubbles, The Nicholas Brothers e da bem-sucedida dupla Sammy Davis & Gregory Davis. No Ritmo do Sapateado tem uma hora de duração, tempo suficiente para condensar as mais fantásticas performances desses dançarinos, ilustradas com trechos de filmes clássicos da Broadway e também com seqüências e entrevistas de famosos sapateadores contemporâneos como Savion Glover, Ted Levy e Gregory Hines, entre outros. Será que vão mencionar a Orquestra Brasileira de Sapateado, desenvolvida em 1991 por Tim Rescala?

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