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Nicole Kidman estrela suspense água-com-açúcar

Arquivo Geral

19/10/2007 0h00

O filme Invasores, dirigido por Oliver Hirschbiegel (que também dirigiu A Queda – As Últimas Horas de Hitler) não tem muito de novo. O fílme é, na verdade, a terceira versão em cinema para o clássico Vampiros de Almas, de Don Siegel, lançado em 1956, que foi precedido por Os Invasores de Corpos, de Philip Kaufman (1978). As novidades ficam pelos atores e pelos efeitos especiais, inevitáveis nas produções atuais.

A trama se passa sob o ponto de vista da psiquiatra Carol Bennell, vivida por Nicole Kidman. Um vírus extraterrestre invade o planeta e passa a tomar parte dos humanos. Depois de atacadas, as pessoas dormem e quando acordam são seres aparentemente iguais, porém sem identidade própria, sem personalidade. E tudo indica que a partir disso, sua tarefa passa a ser arrebanhar (leia-se contaminar) um número cada vez maior de humanos.

Nicole, que recebeu um cachê de US$ 17 milhões, teve problemas durante as filmagens do longa quando, acidentalmente, quebrou duas costelas. O que vai levar o espectador a crer que as cenas de ação são muitas. Que nada. Nicole passa metade do filme correndo, ora atrás do filho que está perdido – e ela tem que protegê-lo de uma possível contaminação –, ora para fugir dos humanos/extraterrestres que querem infectá-la. Ou seja, ficam devendo cenas de real ação e suspense.

Crítica às guerras
O aclamado novo 007, Daniel Craig, faz uma participação insossa. Até certa altura do filme, não se sabe se ele é namorado ou apenas um bom amigo da Dra. Carol, tamanha expressividade de seu papel.

Essa nova versão não esconde uma dose de crítica ao mundo moderno, no qual as guerras entre as inúmeras etnias espalhadas pelo planeta travam. A partir do momento em que os humanos começam a ser contaminados, e portanto, a ficarem apáticos, esses conflitos vão cessando e a paz impera.

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