“Pretendo ter uma família algum dia, mas até agora a pessoa certa nao se aproximou. No entanto, posso imaginar que em três ou quatro anos estarei disposta a ser mãe”, comentou a jovem, que atualmente apresenta um programa de TV.
Kampusch, que foi seqüestrada quando tinha 10 anos e foi mantida contra a vontade em um porão de Viena pelo seqüestrador Wolfgang Priklopil até conseguir fugir, em agosto de 2006, declarou que um filho deve ser educado da melhor forma possível e ter grande liberdade para se desenvolver.
Sobre seus planos futuros, Kampusch acredita que sua vida seguirá um caminho mais tranqüilo que o de agora e disse que não quer ser uma celebridade.
A austríaca também revelou que continua sob tratamento psicoterapêutico para superar as seqüelas de seus anos de cativeiro. Porém, contou que já não precisa de um fisioterapeuta, a quem recorreu quando tinha dores nas costas e problemas para andar.
Sobre suas aparições no canal de televisão Puls 4, que hoje transmitirá sua terceira entrevista – desta vez com a atriz alemã Veronica Ferres -, admitiu ainda se sentir incomodada quando se vê nas gravações, embora acredite estar indo bem, já que nunca teve formação profissional para a tarefa.
Sobre experiências negativas no dia a dia, Kampusch disse que, às vezes, quando está no transporte público, ouve comentários desagradáveis de jovens que a tratam com desprezo, como se preferissem que ela continuasse presa ao invés de se sentir segura de si mesma, como agora.