A atriz se empolga ao falar da trama e defende a personagem. “Acho que Viviane gosta de Reginaldo (Eduardo Moscovis). Juntou o útil ao agradável. Ela sonha em ser primeira-dama, é fiel a esse amante, é apaixonada. É uma mulher que tem uma sensualidade muito forte e pegou o cara por aí”, conta Letícia, que relata a relação do personagem com a futura sogra.
E como de boba a personagem não tem nada, ela ainda vai mostrar suas garras. “Ela quer se aproximar da Maria do Carmo (Suzana Vieira). Mas a sogra sabe que ali tem alguma coisa que não cheira bem.”
Diferente do personagem, a atriz se diz politicamente correta, na melhor expressão do termo. “Me interesso por política no meu pequeno círculo social. Não sou de me engajar em campanhas. Mas, se tenho direito de voto, quero saber em quem estou votando”.
Não é à toa que Letícia é resguardada quando o assunto é vida pessoal. “Não gosto de me expor. Quando era casada com Marcello (Novaes, ator), a gente se expôs demais e isso não foi bom. Mas como os dois eram atores, éramos mais requisitados. A única vez difícil foi quando começaram a me seguir, depois da separação”, conta.
Quando está no ar, Letícia não tem o hábito de se ver. “Só me assisto às vezes, quando dá. Nunca fico em casa zapeando, vendo televisão”, diz ela, lembrando que em Kubanacan, mal sabia quando ia aparecer por conta das correrias da novela.
Gravando quase todos os dias, a atriz conta que é do tipo de mãe que põe para dormir, faz o dever de casa e coloca de castigo. “Quando chego em casa, quero brincar com o meu filho e só.”