O glamour dos anos 50 ocupa o palco do Americel Hall, da Academia de Tênis, de hoje a domingo, com o espetáculo Constellation – O Musical. Sobe não, aterrissa. A história se passa no vôo inaugural do Super Constellation, na década de 50, e leva o espectador a uma viagem no tempo, em uma história com referências brasileiras, onde cria uma identificação imediata com a platéia.
A história retrata o vôo inaugural do Super Constellation do Rio para Nova Yorque, um avião ícone dos anos 50 que introduziu o conceito de serviço sofisticado a bordo. A peça mostra o Rio quando era capital da república e a vida de uma garota de classe média que ganha em concurso da Rádio Nacional uma passagem no vôo inaugural, onde é cortejada pelo famoso playboy Jorginho Guinle. “A peça tem um contexto histórico, mas mistura ficção com realidade”, conta Cláudio Magnavita, autor do espetáculo.
No repertório, sucessos norte-americanos como When I Fall in Love, Only You, Unchaimed Melody e You´ll Never Know. A peça teve uma de suas músicas, a Blue Moon, escolhida como tema de abertura da novela O Beijo do Vampiro, da Rede Globo.
O espetáculo, dirigido por Eduardo Loyola, tem sido sucesso de público e já foi assistido por mais de 200 mil pessoas, durante a temporada no Rio e em São Paulo. A trilha sonora já foi lançada em CD pela gravadora Som Livre.
Para Cláudio, a espectativa de apresentar em Brasília é grande. “O público da capital é muito parecido com o do Rio. Acho que a peça vai funcionar muito bem com os brasilienses”, anima-se.
Esse é o primeiro de uma série de musicais que o produtor Cláudio Magnavita, a convite do diretor do Americel Hall, Marco Farani, trará para Brasília, em um intervalo de 45 dias. “Brasília terá a partir de agora um volume de musicais, que fazia falta na capital”, conta Magnavita.