Para as mulheres que não se sentem à vontade com o DIU, a camisinha feminina ou as pílulas, existem vários outros métodos também já testados e consagrados no mercado mundial. Você, que é mulher, pense bem, contudo, no método e converse com o seu médico antes de escolher.
O método mais comum é o anticoncepcional oral, a famosa pílula. Há uma enorme variedade de pílulas no mercado, com maior ou menor dosagem hormonal. Já existe um produto com taxa de hormônio 25% menor do que as tradicionais, à base de estrogênio e progesterona sintética. Ele inibe a ovulação, mas não é recomendado a fumantes, a quem sofre de problemas vasculares, cardíacos, hepáticos, câncer de mama e útero.
A pílula vaginal é outro método. Tem mesmo formato da oral, e é colocada pela própria mulher como se fosse um absorvente interno. Como libera hormônios, pode causar oscilação de peso, celulite, dor de cabeça e nas mamas, retenção de líquido, redução da libido e da lubrificação vaginal.
Esta pílula precisa ser usada diariamente no mesmo horário, a mulher não pode ter relações sexuais durante uma hora após a colocação e deve ficar deitada por meia hora. Apesar das restrições, regulariza o ciclo menstrual, reduz cólicas e a possibilidade de desenvolver doenças da pélvis, cisto ou câncer no ovário e endométrio.
O diafragma é um método vaginal que bloqueia a penetração do espermatozóide no útero e trompas, e pode ser inserido até seis horas antes da relação sexual. Precisa de alguns cuidados no seu manuseio, como ser cuidadosamente lavado e guardado após cada uso.