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Mulher forte vai emocionar

Arquivo Geral

24/07/2004 0h00

Por meio da narrativa fluente do best-seller, a roteirista Rita Buzzar procurou centralizar a personagem Olga, uma mulher forte que se destacou no meio de uma revolução masculina. “A emoção que Fernando (Morais) levou para a narrativa literária a gente quis levar para a narrativa cinematográfica”, explica Rita. O livro foi publicado no exterior em mais de 20 países.

Para o escritor Fernando Morais, foi uma surpresa ter o livro escrito há quase 20 anos adaptado para o cinema. “Não escrevo para ser visto e sim para ser lido”, afirma. Morais acompanhou algumas filmagens e esteve à disposição para quaisquer dúvidas da produção. “O resultado é excelente. Não chorei com meu livro mais chorei com o filme do Jayme (Monjardim)”, emociona-se. Para ele, o diretor soube contar a tragédia de uma mulher sem perder o rigor histórico. “Eu já sabia o final, o diferente foi com a maneira como ele colocou a mulher Olga. Preparem-se para fortes emoções”, avisa Morais.

O escritor lembra que a única vez que chorou trabalhando no livro foi quando esteve na câmara de gás onde Olga foi executada. “Não era uma emoção com a história, era com o lugar que eu estava conhecendo”. Fernando Morais percorreu todos os países onde Olga esteve.

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    Arquivo Geral

    24/07/2004 0h00

    Por meio da narrativa fluente do best-seller, a roteirista Rita Buzzar procurou centralizar a personagem Olga, uma mulher forte que se destacou no meio de uma revolução masculina. “A emoção que Fernando (Morais) levou para a narrativa literária a gente quis levar para a narrativa cinematográfica”, explica Rita. O livro foi publicado no exterior em mais de 20 países.

    Para o escritor Fernando Morais, foi uma surpresa ter o livro escrito há quase 20 anos adaptado para o cinema. “Não escrevo para ser visto e sim para ser lido”, afirma. Morais acompanhou algumas filmagens e esteve à disposição para quaisquer dúvidas da produção. “O resultado é excelente. Não chorei com meu livro mais chorei com o filme do Jayme (Monjardim)”, emociona-se. Para ele, o diretor soube contar a tragédia de uma mulher sem perder o rigor histórico. “Eu já sabia o final, o diferente foi com a maneira como ele colocou a mulher Olga. Preparem-se para fortes emoções”, avisa Morais.

    O escritor lembra que a única vez que chorou trabalhando no livro foi quando esteve na câmara de gás onde Olga foi executada. “Não era uma emoção com a história, era com o lugar que eu estava conhecendo”. Fernando Morais percorreu todos os países onde Olga esteve.

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