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Mulher de perna curta tem maior risco cardíaco

Arquivo Geral

15/07/2004 0h00

Mulheres de pernas curtas têm um risco maior de desenvolver doenças cardíacas, pelo menos é o que afirmam pesquisadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido. De acordo com artigo publicado no jornal Heart, os cientistas estimam que a probabilidade de uma mulher ter doenças do coração diminui 16% a cada 4,3 cm extras no comprimento das pernas

O estudo avaliou mais de 4 mil mulheres com idade entre 60 e 79 anos e encontrou uma ligação entre o comprimento das pernas adultas – um indicador da dieta da pessoa na infância – e o risco de problemas nas coronárias – as duas artérias que irrigam o coração. “A estatura é um bom indicador de fatores ambientais, do nascimento à puberdade, que afetam tanto o crescimento dos ossos das pernas como também o aparecimento de doenças cardíacas a longo prazo”, disse Debbie Lawlor, que participou do estudo.

Como os bebês nascem com um tronco relativamente grande e com pernas curtas, o crescimento dos membros é uma das melhores maneiras de medir o efeito positivo da amamentação e de dietas com alto valor energético, acrescentou Lawlor.

Das mulheres pesquisadas, quase 700 tinham doenças cardíacas. Suas pernas mediam entre 74,2 cm a 75,2 cm. Já as mulheres que não apresentavam qualquer sintoma de problemas do coração, tinham pernas que mediam de 75,7 cm a 75,9 cm. Segundo Lawlor, estudos similares realizados em homens também mostraram que os mais altos enfrentavam riscos menores para doenças cardíacas.

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    O estudo avaliou mais de 4 mil mulheres com idade entre 60 e 79 anos e encontrou uma ligação entre o comprimento das pernas adultas – um indicador da dieta da pessoa na infância – e o risco de problemas nas coronárias – as duas artérias que irrigam o coração. “A estatura é um bom indicador de fatores ambientais, do nascimento à puberdade, que afetam tanto o crescimento dos ossos das pernas como também o aparecimento de doenças cardíacas a longo prazo”, disse Debbie Lawlor, que participou do estudo.

    Como os bebês nascem com um tronco relativamente grande e com pernas curtas, o crescimento dos membros é uma das melhores maneiras de medir o efeito positivo da amamentação e de dietas com alto valor energético, acrescentou Lawlor.

    Das mulheres pesquisadas, quase 700 tinham doenças cardíacas. Suas pernas mediam entre 74,2 cm a 75,2 cm. Já as mulheres que não apresentavam qualquer sintoma de problemas do coração, tinham pernas que mediam de 75,7 cm a 75,9 cm. Segundo Lawlor, estudos similares realizados em homens também mostraram que os mais altos enfrentavam riscos menores para doenças cardíacas.

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