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Mônaco lembra 25 anos da morte de Grace Kelly com exposição

Arquivo Geral

12/07/2007 0h00

O Principado de Mônaco inaugura hoje a primeira exposição dedicada à vida de Grace Kelly, às vésperas do 25º aniversário da morte da atriz de Hollywood que virou princesa.

Até 23 de setembro, os monegascos e os visitantes do pequeno principado mediterrâneo terão a oportunidade de conhecer a personalidade e múltiplas facetas da mulher que chegou a ser considerada um dos símbolos da beleza no século XX.

Pelo menos esse foi o leitmotiv que guiou o curador da exposição, Frédéric Mitterrand, que assegura que tentou “sair do conto de fadas” para mostrar que Grace Kelly era “um personagem muito complexo”.

Nos 4 mil metros quadrados do Grimaldi Forum dedicados à exposição, há centenas de documentos, cartas a fotos, passando por filmes e vídeos caseiros, até jóias ou vestidos, inclusive o de noiva, que pertenceram à mãe do atual príncipe de Mônaco, Alberto II.

Em entrevista publicada hoje pela revista Paris-Match, o príncipe destaca que a homenagem à mãe é fruto de um “projeto familiar” do qual também participaram as irmãs Caroline e Stéphanie.

A filha mais nova estava com a mãe no fatídico acidente, em 13 de setembro de 1982, quando a princesa Grace morreu na derrapagem de seu carro em uma das sinuosas ruas de Mônaco.

O episódio está ausente da exposição, mas uma foto mostra Grace, ainda atriz, junto com Cary Grant em um automóvel no filme Ladrão de Casaca (1955), de Alfred Hitchcock, exatamente no mesmo lugar onde ela morreria 27 anos depois.

Como atriz, Grace Kelly contracenou também com atores como Gary Cooper, Clark Gable e Ava Gardner. Ela foi dirigida por cineastas como John Ford, George Seaton e Fred Zinnemann, além do próprio Hitchcock. Com o mestre do suspense, Grace Kelly rodou ainda Disque M para Matar (1954) e Janela Indiscreta (1954).

A fulgurante carreira como musa de Hitchcock sofreu uma interrupção brusca em abril de 1955, quando ela conheceu o príncipe Rainier na 8ª edição do Festival de Cinema de Mônaco. Os dois se casariam um ano depois.

“Ela contribuiu, sem dúvida nenhuma, para promover Mônaco e a dar seu prestígio internacional. Foi uma incrível embaixadora para nosso pequeno país”, ressalta seu filho Alberto II. Após Mônaco, a exposição irá a Paris, Londres e cidades dos Estados Unidos.

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