Cerca de 70 milhões de pessoas sofrem de artrite no mundo, sendo acometidas por fortes dores e inchaço nas juntas, com risco de se tornarem incapacitadas para o exercício de suas atividades diárias.
Essa doença é mais comum nas mulheres e costuma aparecer entre 30 e 50 anos de idade. Mas, afeta também homens e crianças. Para que se desenvolva a doença são necessárias algumas combinações de defeitos genéticos e a presença de um ou mais estímulos externos.
“Para tratar um paciente com o problema, o importante é aliviar a dor nos momentos de crise para que evitar prejuízo de sua vida social e qualidade de vida”, explica o médico Sebastião Radominski, chefe do Departamento de Reumatologia da Universidade Federal do Paraná.
A artrite requer tratamento para toda a vida. Por isso, afeta expressivamente a vida dos pacientes. “Todas as atividades realizadas pelo paciente com artrite devem ser feitas entre os episódios de crises da doença”, afirma o médico. “É importante também manter um tratamento contínuo para reduzir a dor.”
Existe uma série de atividades que podem as pessoas que vivem com artrite a terem uma qualidade de vida melhor e a reduzirem os sintomas da doença. Uma delas é manter o peso. Isso contribui para reduzir a carga no quadril e do joelho. Exercícios podem ajudar a reduzir a dor, aumentar o espectro do movimento, reduzir o cansaço e dar uma sensação de bem-estar geral.
Um bom exemplo de exercício é a jardinagem. É bom para as mãos, além de ser um passatempo agradável. Além disso, se proteger do sol é muito importante pois algumas formas de artrite podem deixar a pessoa mais vulnerável aos raios solares.
As mulheres devem evitar o uso de salto alto. Caminhar é uma boa forma de exercício, pois ajuda a queimar calorias, fortalecer os músculos e aumentar a densidade dos ossos, sem prejudicar as juntas.