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Memórias encenadas no palco

Arquivo Geral

02/04/2004 0h00

Às vezes as pessoas sentem um cheiro ou escutam uma música que as fazem lembrar de algo que aconteceu há algum tempo e até mesmo de alguém. Como a sociedade convive com a memória é o foco do espetáculo O Homem que Cheirava a Flores. A peça brasiliense estará em cartaz de hoje até o dia 25 de abril, de sexta a domingo, no Teatro Goldoni.

Sob a direção de Alex Ribondi, que também assina o texto, os atores Alexandre Ribondi e Adriana Lodi dão vida aos dois personagens da peça. O espetáculo conta a história de Ângelo, um homem de 50 anos que retorna para a casa da mãe, em uma cidade do interior, onde viveu sua infância. O encontro promete muita emoção.

Enquanto a mãe, Violeta, passa o tempo arrumando flores sobre a mesa da sala, eles buscam lembranças da época em que viviam juntos naquela mesma casa. “É o encontro das memórias dos dois. A maneira como cada um viu e vê determinado fato, o que desperta a lembrança de coisas boas e também ruins”, explica Alex Ribondi.

Entre recordações, cheiros, conversas, existe um mistério no ar: o motivo pelo qual Ângelo voltou para a casa da mãe, depois de anos afastado. “É um espetáculo nostálgico”, diz o diretor.

De acordo com ele, O Homem que Cheirava a Flores quer fazer com que a platéia pense nessa situação de lembranças, saudosismos, e preste um pouco mais de atenção em coisas que já aconteceram com cada um. “Mostramos como a gente vai construindo a vida em cima de uma memória, de algo que aconteceu no passado”, analisa o diretor.

A idéia de escrever um texto sobre a memória foi de Alex. O diretor afirma que as lembranças lhe chamam muito a atenção. Ele se sente fascinado pelo fato de uma situação que acontece agora entre duas pessoas, por exemplo, pode ser lembrada por cada uma delas de maneira completamente diferente daqui alguns anos. “Eu quis brincar com a lembrança, colocá-la em foco, mostrar o que ela desperta nas pessoas”, conclui.

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    02/04/2004 0h00

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    Sob a direção de Alex Ribondi, que também assina o texto, os atores Alexandre Ribondi e Adriana Lodi dão vida aos dois personagens da peça. O espetáculo conta a história de Ângelo, um homem de 50 anos que retorna para a casa da mãe, em uma cidade do interior, onde viveu sua infância. O encontro promete muita emoção.

    Enquanto a mãe, Violeta, passa o tempo arrumando flores sobre a mesa da sala, eles buscam lembranças da época em que viviam juntos naquela mesma casa. “É o encontro das memórias dos dois. A maneira como cada um viu e vê determinado fato, o que desperta a lembrança de coisas boas e também ruins”, explica Alex Ribondi.

    Entre recordações, cheiros, conversas, existe um mistério no ar: o motivo pelo qual Ângelo voltou para a casa da mãe, depois de anos afastado. “É um espetáculo nostálgico”, diz o diretor.

    De acordo com ele, O Homem que Cheirava a Flores quer fazer com que a platéia pense nessa situação de lembranças, saudosismos, e preste um pouco mais de atenção em coisas que já aconteceram com cada um. “Mostramos como a gente vai construindo a vida em cima de uma memória, de algo que aconteceu no passado”, analisa o diretor.

    A idéia de escrever um texto sobre a memória foi de Alex. O diretor afirma que as lembranças lhe chamam muito a atenção. Ele se sente fascinado pelo fato de uma situação que acontece agora entre duas pessoas, por exemplo, pode ser lembrada por cada uma delas de maneira completamente diferente daqui alguns anos. “Eu quis brincar com a lembrança, colocá-la em foco, mostrar o que ela desperta nas pessoas”, conclui.

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