Uma ordem administrativa emitida pelos comandantes assinalou que esses sites “se transformaram em um refúgio para conteúdos maliciosos” e proibiu o acesso a eles de computadores que pertençam à Infantaria da Marinha, a menos que se obtenha uma permissão específica.
“A natureza das redes sociais abre uma janela ao ataque e à exploração, expõe informação desnecessária aos adversários e proporciona um caminho fácil para que escape informação que põe em perigo a segurança das comunicações, as operações e o pessoal”, segundo a ordem.
O jornal explicou que a ordem ficará vigente por pelo menos um ano e não afeta as contas pessoais dos soldados, quando forem acessadas de seus próprios computadores.
“A ordem administrativa foi emitida em um momento em que a presença do Corpo na internet – e a de todas as forças militares dos EUA – segue crescendo”, acrescentou.
“O perfil oficial da Infantaria da Marinha no Twitter, por exemplo, tem agora quase 2 mil seguidores e a página oficial no Facebook tem mais de 75 mil participantes”, segundo o jornal.
A página no Facebook é utilizada, principalmente, para o recrutamento de voluntários e o porta-voz da Infantaria da Marinha, o tenente Craig Thomas disse que é pouco provável que isso mude.
Thomas disse que as contas no Twitter nunca foram operadas em computadores do Governo.
O Departamento da Defesa também tem sua própria página no Facebook, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, o almirante Mike Mullen, tem mais de 4 mil seguidores em seu perfil no Twitter.
Em julho, alguns oficiais afirmaram estar estudando as normas sobre o acesso a esses sites.