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MALÁRiA

Arquivo Geral

21/08/2004 0h00

A malária já foi uma doença dramática no interior brasileiro. Na África, esta doença que atinge 600 milhões em todo o mundo, mata uma criança a cada 30 segundos. Foi anunciada, contudo, uma nova substância para combater a malária, obtida de maneira completamente sintética e bem tolerada pelo organismo, que pode se tornar uma grande esperança para os milhares de doentes no planeta.

A notícia foi publicada na revista britânica científica Nature. De acordo com a matéria, a molécula foi descoberta por uma equipe de internacional de cientistas das universidades de Nebraska (Estados Unidos), Monash (Australia), do Instituto Tropical Suíço e de uma empresa farmacêutica suíça.

A molécula, segundo aqueles cientistas, é inspirada em um componente de uma planta chinesa conhecida como artemisina. A substância, tratada de forma sintética, foi batizada de OZ 277. Ela está sendo desenvolvida atualmente por uma organização sem fins lucrativos dedicada à pesquisa de novas terapias baratas contra a malária, graças a parcerias entre os setores público e privado, o MMV (Medicines for Malaria Venture) e a empresa farmacêutica indiana Ranbaxy.

arma Os testes de segurança e boa tolerância do OZ foram realizados no Reino Unido, afirma o MMV. “Os testes de eficácia nos pacientes afetados pela malária começarão em janeiro de 2005”, informa a organização. “Em caso de sucesso, este medicamento pode se tornar a próxima grande arma para combater esta doença e a mais poderosa para combater problemas de rejeição aos tratamentos”, avalia.

A MMV afirma ainda que a Oz “pode representar o avanço terapêutico no combate à malária mais importante de nossa geração”. A malária é uma doença parasitária que pode ser tratada, apesar de matar mais de um milhão de pessoas, a maioria na África.

Ao contrário dos derivados semi-sintéticos da artemisina atualmente disponível, a OZ pode ser sintetizada completamente em grande escala e a um custo acessível para a África. O objetivo é um tratamento curto com duração de três dias.

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    MALÁRiA

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    21/08/2004 0h00

    A malária já foi uma doença dramática no interior brasileiro. Na África, esta doença que atinge 600 milhões em todo o mundo, mata uma criança a cada 30 segundos. Foi anunciada, contudo, uma nova substância para combater a malária, obtida de maneira completamente sintética e bem tolerada pelo organismo, que pode se tornar uma grande esperança para os milhares de doentes no planeta.

    A notícia foi publicada na revista britânica científica Nature. De acordo com a matéria, a molécula foi descoberta por uma equipe de internacional de cientistas das universidades de Nebraska (Estados Unidos), Monash (Australia), do Instituto Tropical Suíço e de uma empresa farmacêutica suíça.

    A molécula, segundo aqueles cientistas, é inspirada em um componente de uma planta chinesa conhecida como artemisina. A substância, tratada de forma sintética, foi batizada de OZ 277. Ela está sendo desenvolvida atualmente por uma organização sem fins lucrativos dedicada à pesquisa de novas terapias baratas contra a malária, graças a parcerias entre os setores público e privado, o MMV (Medicines for Malaria Venture) e a empresa farmacêutica indiana Ranbaxy.

    arma Os testes de segurança e boa tolerância do OZ foram realizados no Reino Unido, afirma o MMV. “Os testes de eficácia nos pacientes afetados pela malária começarão em janeiro de 2005”, informa a organização. “Em caso de sucesso, este medicamento pode se tornar a próxima grande arma para combater esta doença e a mais poderosa para combater problemas de rejeição aos tratamentos”, avalia.

    A MMV afirma ainda que a Oz “pode representar o avanço terapêutico no combate à malária mais importante de nossa geração”. A malária é uma doença parasitária que pode ser tratada, apesar de matar mais de um milhão de pessoas, a maioria na África.

    Ao contrário dos derivados semi-sintéticos da artemisina atualmente disponível, a OZ pode ser sintetizada completamente em grande escala e a um custo acessível para a África. O objetivo é um tratamento curto com duração de três dias.

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