A frase “até que a morte os separe” não foi levada a sério por Gerry (Gerard Butler, de 300), um motorista de limusines casado com Holly (Hilary Swank, de Menina de Ouro). O casal protagoniza o filme P.S. Eu te Amo, em cartaz na cidade.
Holly reclama de tudo, não sabe o que quer da vida e não consegue parar em nenhum emprego. Casada com Gerry há nove anos, as brigas são constantes, mas, no fim, sempre se entendem, pois se amam.
Tudo vai bem até que Gerry morre por causa de um tumor no cérebro. Holly surta e não vê muitas possibilidades em sua vida até que, no seu aniversário de 30 anos, recebe uma carta do marido morto dizendo que vai ajudá-la a superar a dor da perda dele.
Assim, a viúva começa a receber orientações por meio de cartas escritas por ele – quando estava vivo. Com o passar do tempo, ela começa a descobrir seus próprios caminhos. Para isso, tem a ajuda de Daniel (Harry Connick Jr.), um homem que trabalha no bar da mãe dela, Elizabeth (Kathy Bates), e que alimenta uma paixão secreta por Holly, e de suas melhores amigas, Denise (Lisa Kudrow, a Phoebe da série Friends) e Sharon (Gina Gershon).
A terapia inclui até uma viagem à Irlanda, terra natal de Gerry. Apesar de Hilary Swank não ser propriamente o estereótipo de atrizes que protagonizam filmes românticos, a química entre ela e Gerard Butler funciona bem. O filme é uma boa pedida para quem quer ver uma história de amor sem maiores pretensões.
A história de P.S. Eu te Amo se tornou pública em 2004, quando a irlandesa Cecelia Ahern lançou um livro homônimo que se transformou em sucesso. A produtora Wendy Finerman leu a obra e percebeu que a história tinha potencial para as telas e não perdeu tempo: passou o texto adiante.