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Linha da apelação

Arquivo Geral

05/12/2004 0h00

Na semana passada, o Linha Direta dedicou seu espaço ao bandido Febrônio Índio do Brasil, autodenominado O Filho da Luz, figura mítica dos anos 20 no Rio de Janeiro. Sempre se utilizando de falsas promessas, este psicopata estuprou e matou vários jovens da época. Considerado um irrecuperável, morreu na prisão, velho, caduco, inteiramente desmoralizado. Segundo alguns registros, servindo de “mulher” para outros internos. A Globo fez um programa sobre ele, enfeitado com depoimentos de algumas personalidades, entre as quais, o crítico literário Wilson Cunha. Um programa de “entretenimento” de baixo nível, que na forma e conteúdo em nada fica devendo aos piores momentos dos famigerados policialiescos do final da tarde. Uma coisa deplorável. A emissora que ocupa o primeiro lugar, que tem um faturamento tão alto como a Rede Globo, não precisa apelar para isto, inclusive ao final deixando um convite aos telespectadores para participar de um chat e continuar conversando sobre o assunto. Um programa inteiro, na principal rede de televisão, com uma figura que a maioria não sabe mais quem é, e que hoje seria menino de recado no meio dessa bandidagem que anda por aí. A Globo ainda tentou fazer o programa com muito glamour, transformando o bandido numa figura elegante e levando alguns a entenderem que o crime compensa. Vamos deixar claro: esse Linha Direta não está com nada.

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    05/12/2004 0h00

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