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Lenine faz show para clientes do Conjunto Nacional

Arquivo Geral

13/06/2007 0h00

Poucos poderão conferir o som do pernambucano Lenine em show  quarta e quinta-feiras, às 21h, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional. As apresentações fazem parte do Cultura em Conjunto Premium, projeto do shopping Conjunto Nacional para os compradores mais ávidos: a cada R$250 em compras – feitas com os cartões Visa ou Visa Electron –, o consumidor tem direito a um convite para este show.

Nem por isso se animem os mais gastadores, pois o detalhe é que cada pessoa pode retirar, no máximo, dois convites. O mesmo projeto trouxe a Brasília, em outras ocasiões, os espetáculos-dobradinhas entre Zélia Duncan e o ator Tuca Andrada, João Bosco com Danielle Winits  e Ivan Lins com Matheus Nachtergaele. Música e arte cênica em interação. Lenine é dois-em-um.

Lenine se apresenta com seus companheiros de palco: Jr. Tostoi (craviola de 6 e de 12, violão de nylon com caneta, violão híbrido blend e voz), Guila (baixolão, baixo acústico, semiacústico e voz), Pantico Rocha (bateria e voz), Jessé Sadoc (trompete e fluegel horn), Aldivas Ayres (trombone) e Zé Canuto (sax alto, soprano e barítono).

O repertório dos shows é pontuado pelas canções de seu CD mais recente, o Acústico MTV Lenine, gravado ano passado. O álbum é o sétimo solo do pernambucano, que soma participação em outros 15 CDs de cantores como Maria Bethânia, Francis Hime e Margareth Menezes. Prova maior de que sua atuação é bastante eclética.

Entre as músicas previstas no “cardápio” de hoje, destacam-se Dois Olhos Negros (Lenine), Hoje Eu Quero Sair Só (Mu Chebai/Lenine/Caxa Aragão) e A Ponte (Lenine e Lula Queiroga).

Depois da microtemporada em Brasília, Lenine segue para o exterior, em continuação à turnê do MTV Acústico Lenine. Além de tocar na França, país em que sua música é recebida de forma “mais evidente”, como ele mesmo descreve – por lá, já foram vendidas mais de 60  mil cópias de seus CDs –  Lenine tocará em terras nunca antes exploradas por ele: Marrocos e Eslovênia. Suíça, Portugal, Rússia e Espanha também estão em seu roteiro.

Consagrado no Brasil como um dos pilares da MPB contemporânea, o pernambucano se anima em descobrir público em terras estrangeiras. “O atrativo é tocar e continuar a tocar as pessoas”, ensina o músico, que já participou de vários festivais no exterior. “Os festivais são uma reunião de gente do mundo todo: Ucrânia, Islândia, México. É muito bacana!”

Sobre a inserção de sua música no mercado estrangeiro, Lenine avalia: “Tocar em países latinos, que têm a mesma raiz lingüística que o português, é ótimo. Já nos países do Leste europeu, a atrativo maior para o público passa a ser a melodia. A letra passa despercebida. Mas as palavras é que têm um peso na minha música”.

Exatamente por essa importância que dá à letra em seu trabalho, Lenine afirma ter apenas uma ocupação: “Minha profissão é compor”. Dedicado, apresenta um catálogo com mais de 500 canções requisitadas e gravadas por artistas dos mais variados estilos: de Milton Nascimento a Gabriel, o Pensador. As outras atribuições foram sendo adotadas com o tempo. “De repente fui me tornando cantor, arranjador, músico e produtor”, completa.

Nesse último posto, Lenine já produziu álbuns de Chico César e o Segundo, de Maria Rita. Atualmente, gasta suas horas trabalhando no CD de Tcheca, cantor cabo-verdiano que conheceu durante show nos Estados Unidos. “O produtor trabalha com focos bem diferentes. É entender o músico e escolher um repertório bacana”, alinhava.

Lenine – Quarta e quinta-feiras, às 21h, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional. Cada cota de R$ 250 em notas fiscais de compras no Conjunto Nacional com os cartões Visa ou Visa Electron dá direito a um ingresso. Os convites podem ser trocados até o dia do show em estande localizado no primeiro piso do shopping.  Informações: 3225-0207.

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