O 8 de março, celebrado hoje no mundo todo, foi instituído como Dia Internacional da Mulher em 1910, durante uma conferência internacional realizada na Dinamarca.
Isso porque na mesma data, no ano de 1857, cerca de 130 operárias têxteis de Nova York ocuparam a fábrica onde trabalhavam, em um protesto para reivindicar a redução da jornada de trabalho de 16 para 10 horas diárias. Houve um incêndio e todas morreram.
De lá para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma no mundo inteiro. E em países como o Brasil, homens e mulheres já estão em pé de igualdade no que se refere a condições de trabalho, sociais e sexuais.
Mas esse quadro não é igual em todos os lugares do mundo. A mulher de hoje convive com a minissaia nos países ocidentais, com o topless no verão europeu, mas também com a rigidez do oriente em países como a Arábia Saudita, onde ainda vigoram costumes ditados pelas leis do Corão (seu nascimento e morte, por exemplo, não constam nos registros públicos).
O papel das escritoras, das jornalistas, das formadoras de opinião, portanto, é lutar por divulgar e disseminar essas desigualdades por meio de livros, pesquisas e ações efetivas nos lugares onde a desiguldade ainda reina.
Reunimos alguns títulos, lançados no mercado brasileiro recentemente, que tratam disso, como é o caso de Princesa e As Filhas da Princesa, de Jean Sasson. Mas há também títulos que vêm trazer dicas de bem-estar e saúde para a mulher moderna. E outros que, como um guia, trazem técnicas para aumentar o prazer feminino.