X, cujo lançamento no Brasil está marcado para o dia 26 de novembro, é o décimo trabalho da artista, que definiu o processo de produção como “verdadeiras férias, nas quais pôde voltar a trabalhar com entusiasmo após sua doença”.
A artista, que compôs a metade das canções do novo disco, explicou que uma delas, Cosmic, foi escrita justo no momento em que começava a se recuperar da doença, quando decidiu enumerar uma lista de “coisas reais e metafóricas” que ainda lhe restavam para fazer.
A cantora revelou que, para este trabalho, adotou uma estética de “femme fatale” que fica “no meio do caminho entre a Madonna dos anos 80 e a enigmática Marlene Dietrich”.
Segundo Kylie, embora beba de fontes diversas, como o dance, a música eletrônica, a psicodelia e o jazz, o tom predominante do disco é mesmo o pop. “É o que sou e o que faço”, afirmou.
A cantora evitou responder a perguntas referentes a sua doença, mas admitiu que, durante os meses em que teve que se submeter à quimioterapia, “viu seu corpo como um inimigo”. Ainda assim, disse ter sido um tempo durante o qual “repensou toda a sua vida”, e no qual seu físico estava “no final de sua lista de prioridades”.
Kylie disse ainda que deseja logo sair em excursão com o novo disco, e afirmou que em breve anunciará os detalhes de sua nova turnê internacional.