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Kathleen Turner afirma que criatividade "aumenta" aos 50

Arquivo Geral

19/02/2008 0h00

A atriz americana Kathleen Turner confessa em suas recém-publicadas memórias, Send Yourself Roses: Thoughts on My Life, Love, and Leading Roles, que a criatividade aumenta a partir dos 50 anos.

No livro ela também revela aspectos de sua vida profissional e privada, indicou a imprensa nesta segunda-feira.

Turner, de 53 anos, narra na obra, publicada esta semana pela editora Hachette, que a concebeu “como muitas outras coisas” em sua vida, “ao redor de uns tamales, uma salada de jacatupé e uma margarita em Zarela”, um dos restaurantes mexicanos mais conhecidos em Nova York.

A atriz americana, que recentemente dirigiu a obra de teatro Crimes of the Heart (Crimes do Coração), admite em entrevista publicada segunda-feira na revista Newsweek que, freqüentemente, utiliza o transporte público nova-iorquino e que ainda é reconhecida por muitas pessoas.

Kathleen Turner, considerada um autêntico mito sexual na década de 80, afirma que escreveu suas memórias porque sentia que “agora era o momento de fazê-lo, após 30 anos neste negócio”.

Ganhadora de Globos de Ouro como melhor atriz por filmes como Tudo por uma Esmeralda (1984) e A honra do poderoso Prizzi (1985), Turner diz em suas memórias que pensou neste livro “como nos papéis (que interpreta). É minha verdade como eu a vejo, mas há muitas outras. Peguem o que lhes servir dela”.

Em seu relato, a protagonista de Corpos Ardentes e Peggy Sue, Seu Passado a Espera, pelo qual foi indicada ao Oscar em 1986, conta também sua separação após vinte anos de casamento e outros dramas pessoais de sua vida.

“Vivi tragédias pessoais, relações perturbadas, bebi sem controle, superei uma doença da qual me disseram que ficaria de cadeira de rodas”, acrescenta no primeiro capítulo do livro divulgado à imprensa dos Estados Unidos.

“Experimentei a alegria da maternidade e a tristeza da infertilidade, um casamento feliz que acabou sendo uma separação necessária. De tudo aprendi”, ressalta.

Além disso, diz se sentir segura depois dos 50, liberada dos estereótipos, cheia de criatividade e sortuda por pertencer “a uma geração de mulheres que têm o controle de suas finanças”.

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