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Jurados de <i>Ídolos</i> discordam de recente veredito popular

Arquivo Geral

01/08/2007 0h00

Em Ídolos é assim: mesmo se for aprovado pelos critérios eventualmente rígidos do corpo de jurados, um candidato precisa do apoio da platéia para se dar bem. Na última quinta-feira, Davi Lins, o preferido dos jurados entre os cinco finalistas, foi eliminado: o povo não o quis, deixando para a semifinal do programa do SBT os candidatos Tiago Faria, Shirley Carvalho, Thaeme Mariôto e Lenny Bellard.

Descontentes com a decisão popular, os jurados não esconderam sua indignação. O gaúcho Carlos Eduardo Miranda chegou a dizer que o Brasil era burro. “Na verdade, eu fui porta-voz do que o pessoal também estava pensando’, afirma. “Ele era o mais preparado, com uma voz diferente e, ao longo do programa, mostrou todo o seu talento’, diz Cynthia Zamorano, a Cyz.

“Ele não tem a técnica que a Shirley apresenta, mas, quando abre a boca para cantar, é a voz da alma’, resumiu Cyz. De fato, Davi, paulista de Taubaté se tornou a melhor opção para os jurados após se superar muitas vezes ao longo do reality. Na avaliação deles, o cantor tinha o diferencial de “cantar com a alma”.

Thomas Roth também protestou: “Me irrita ver pessoas cantando por cantar. Estamos na final com candidatos sem potencial para ser um novo ídolo’. A competição termina no próximo dia 16, e a disputa começa a pegar fogo.

A essa altura, os jurados não têm idéia de quem pode ser o novo ídolo. “Não podemos esquecer que quem colocou os candidatos na final foi o público, e isso quer dizer que eles têm algo que agrada’, opina Arnaldo Saccomani.

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