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Itália, São Paulo, Rio e Dinamarca

Arquivo Geral

21/09/2003 0h00

MATERNIDADE – Sempre que pode, Giulia leva Théo às gravações. “É bom que ele veja onde a mãe trabalha e como funciona. Não queria que ele visse uma foto no jornal, de um acidente ou outra coisa, e fosse pego de surpresa. Então sempre conto como as coisas são feitas e as histórias”, diz a atriz, que ganhou a guarda definitiva do filho no início do ano e se surpreendeu com o apoio do público. “Todo mundo é filho e entende um coração de mãe”, derrete-se.

MISCELÂNIA – Italiana de nascimento, Giulia é paulista de criação e carioca de coração. “Só voltei à Itália com 21 anos. Meus pais moravam em Paris e meu pai foi para a Itália estudar quando minha mãe já estava grávida”, conta a descendente de dinamarqueses. “Que é de onde vem o Gam.”

POESIA – Apesar de não ser escritora, a atriz organiza uma roda de leitura semanal, sempre às segundas-feiras no Rio Design Center do Leblon. “A leitura é um pretexto, as pessoas se encontram, trocam idéias. A cada semana a gente convida um elenco. Não queremos formar um gueto fechado. Tem gente de tribos diferentes se encontrando sem preconceito. Com poetas diferentes, gente famosa e desconhecida. E é de graça.”

RECESSO – Sem fazer uma novela inteira desde Fera Ferida, em 1992 – de lá para cá ela fez a minissérie Dona Flor e Seus Dois Maridos e uma participação em A Padroeira – Giulia sente diferenças. “A primeira é a idade, né? Hoje faço tudo com mais facilidade e menos ansiedade, me divirto mais. Esse tempo, vendo as coisas de fora, me fez ficar menos apegada.”

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    MISCELÂNIA – Italiana de nascimento, Giulia é paulista de criação e carioca de coração. “Só voltei à Itália com 21 anos. Meus pais moravam em Paris e meu pai foi para a Itália estudar quando minha mãe já estava grávida”, conta a descendente de dinamarqueses. “Que é de onde vem o Gam.”

    POESIA – Apesar de não ser escritora, a atriz organiza uma roda de leitura semanal, sempre às segundas-feiras no Rio Design Center do Leblon. “A leitura é um pretexto, as pessoas se encontram, trocam idéias. A cada semana a gente convida um elenco. Não queremos formar um gueto fechado. Tem gente de tribos diferentes se encontrando sem preconceito. Com poetas diferentes, gente famosa e desconhecida. E é de graça.”

    RECESSO – Sem fazer uma novela inteira desde Fera Ferida, em 1992 – de lá para cá ela fez a minissérie Dona Flor e Seus Dois Maridos e uma participação em A Padroeira – Giulia sente diferenças. “A primeira é a idade, né? Hoje faço tudo com mais facilidade e menos ansiedade, me divirto mais. Esse tempo, vendo as coisas de fora, me fez ficar menos apegada.”

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