Menu
Promoções

Irmãos seguiram exemplo

Arquivo Geral

27/03/2005 0h00

Quando era menino, lá em Alagoinhas (BA), Jean, 31 anos, não imaginava que seria jornalista, professor e muito menos que estaria num Big Brother. “Foi difícil. Meu pai tinha problema com bebida e não parava em nenhum emprego. Minha mãe trabalhava como costureira e merendeira e, aos 13 anos, Jean foi trabalhar como boy da Caixa Econômica”, lembra o irmão, George Matos, 33.

Aos 14, ele saiu de casa para estudar num internato. De lá, foi para a faculdade em Salvador e não voltou mais. Apesar de conciliador, Jean tinha problemas com o pai. “Eles tinham conflitos por causa da bebida. Nada a ver com a sexualidade. Jean sempre foi bem resolvido”, garante George. Quando o pai teve câncer (que o matou em 2001), foi Jean quem cuidou dele.

Filho de uma família de seis irmãos, Jean sabe o que é viver com muita gente. “A casa em que morávamos fica no sítio do meu avô, loteado entre seus nove filhos”, conta George, hoje advogado e policial.

Apesar de os pais não terem completado nem o curso primário, a prole é formada ainda pelos professores Josiane e Rômulo e a pedagoga Joseilza. “Só o caçula, Ricardo, ainda não passou no vestibular. Era nossa determinação mudar a história de vida. Jean puxou e a gente seguiu”.

    Você também pode gostar

    Irmãos seguiram exemplo

    Arquivo Geral

    27/03/2005 0h00

    Quando era menino, lá em Alagoinhas (BA), Jean, 31 anos, não imaginava que seria jornalista, professor e muito menos que estaria num Big Brother. “Foi difícil. Meu pai tinha problema com bebida e não parava em nenhum emprego. Minha mãe trabalhava como costureira e merendeira e, aos 13 anos, Jean foi trabalhar como boy da Caixa Econômica”, lembra o irmão, George Matos, 33.

    Aos 14, ele saiu de casa para estudar num internato. De lá, foi para a faculdade em Salvador e não voltou mais. Apesar de conciliador, Jean tinha problemas com o pai. “Eles tinham conflitos por causa da bebida. Nada a ver com a sexualidade. Jean sempre foi bem resolvido”, garante George. Quando o pai teve câncer (que o matou em 2001), foi Jean quem cuidou dele.

    Filho de uma família de seis irmãos, Jean sabe o que é viver com muita gente. “A casa em que morávamos fica no sítio do meu avô, loteado entre seus nove filhos”, conta George, hoje advogado e policial.

    Apesar de os pais não terem completado nem o curso primário, a prole é formada ainda pelos professores Josiane e Rômulo e a pedagoga Joseilza. “Só o caçula, Ricardo, ainda não passou no vestibular. Era nossa determinação mudar a história de vida. Jean puxou e a gente seguiu”.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado