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Inchaço é sintoma comum

Arquivo Geral

15/09/2004 0h00

Segundo os últimos dados do Instituto Nacional do Câncer, INCa, em 2002, mais de 3.200 pessoas morreram no Brasil em virtude dos linfomas, uma média de nove óbitos por dia.

No mundo, atualmente, 186 mil pessoas morrem a cada ano vítimadas pela doença. De acordo com um levantamento realizado em 2000, pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, 350 mil novos casos são diagnosticados anualmente.

Existem tipos diferentes de linfomas. Os mais conhecidos são os linformas de Hodgkin e os não-Hodgkin. A primeira classe leva o nome do cientista Thomas Hodgkin que, em 1832, conseguiu descrever vários casos. Eles se disseminam de um grupo de gânglios linfáticos para outro de uma maneira ordenada e são aqueles que apresentam mais chance de cura

O sintoma mais comum do linfoma de Hodgkin é um aumento indolor dos linfonodos no pescoço, porção superior do peito, interior do peito, axilas, abdome ou virilha. Outros sintomas incluem febre, suor, principalmente à noite, perda de peso e coceira.

gruposOs linfomas não-Hodgkin são classificados em 3 principais grupos, de acordo com o seu crescimento, rápido, intermediário ou lento. Neste caso, os pacientes costumam notar linfonodos aumentados no pescoço, axilas ou virilha. Este inchaço dos linfonodos pode aparecer com menor freqüência próximo às orelhas ou cotovelo, ou na garganta, perto das amídalas.

Este tipo podem também se iniciar em locais diferenciados, como ossos, pulmões ou pele. Aqui, os sintomas são diferentes: dor óssea, tosse, dor no peito, erupções ou nódulos na pele. Também podem apresentar febre, calafrios, suor exagerado, fadiga inexplicada, perda de apetite ou de peso.

Os linfomas não escolhem idade. A incidência do linfoma de Hodgkin, por exemplo, atinge até 6 pessoas para cada 100 mil indivíduos em torno de 20 anos de idade. Esse número cai para menos da metade na meia idade e volta a aumentar em freqüência em indivíduos mais idosos.

A incidência da doença é diferente entre grupos étnicos. O de Hodgkin ocorre estranhamente com mais freqüência em indivíduos mais jovens (de 10 a 40 anos) de descendência européia, do que naqueles de descendência africana, asiática ou hispânica.

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    Inchaço é sintoma comum

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    15/09/2004 0h00

    Segundo os últimos dados do Instituto Nacional do Câncer, INCa, em 2002, mais de 3.200 pessoas morreram no Brasil em virtude dos linfomas, uma média de nove óbitos por dia.

    No mundo, atualmente, 186 mil pessoas morrem a cada ano vítimadas pela doença. De acordo com um levantamento realizado em 2000, pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, 350 mil novos casos são diagnosticados anualmente.

    Existem tipos diferentes de linfomas. Os mais conhecidos são os linformas de Hodgkin e os não-Hodgkin. A primeira classe leva o nome do cientista Thomas Hodgkin que, em 1832, conseguiu descrever vários casos. Eles se disseminam de um grupo de gânglios linfáticos para outro de uma maneira ordenada e são aqueles que apresentam mais chance de cura

    O sintoma mais comum do linfoma de Hodgkin é um aumento indolor dos linfonodos no pescoço, porção superior do peito, interior do peito, axilas, abdome ou virilha. Outros sintomas incluem febre, suor, principalmente à noite, perda de peso e coceira.

    gruposOs linfomas não-Hodgkin são classificados em 3 principais grupos, de acordo com o seu crescimento, rápido, intermediário ou lento. Neste caso, os pacientes costumam notar linfonodos aumentados no pescoço, axilas ou virilha. Este inchaço dos linfonodos pode aparecer com menor freqüência próximo às orelhas ou cotovelo, ou na garganta, perto das amídalas.

    Este tipo podem também se iniciar em locais diferenciados, como ossos, pulmões ou pele. Aqui, os sintomas são diferentes: dor óssea, tosse, dor no peito, erupções ou nódulos na pele. Também podem apresentar febre, calafrios, suor exagerado, fadiga inexplicada, perda de apetite ou de peso.

    Os linfomas não escolhem idade. A incidência do linfoma de Hodgkin, por exemplo, atinge até 6 pessoas para cada 100 mil indivíduos em torno de 20 anos de idade. Esse número cai para menos da metade na meia idade e volta a aumentar em freqüência em indivíduos mais idosos.

    A incidência da doença é diferente entre grupos étnicos. O de Hodgkin ocorre estranhamente com mais freqüência em indivíduos mais jovens (de 10 a 40 anos) de descendência européia, do que naqueles de descendência africana, asiática ou hispânica.

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