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Hormônio do estresse ajuda

Arquivo Geral

15/07/2004 0h00

É do senso comum que o estresse é um fator de risco para o coração. Mas uma nova pesquisa mostra que um hormônio responsável por ajudar o corpo a se adaptar ao estresse pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos para a insuficiência cardíaca. O estudo, publicado na revista Pnas (Proceedings of the National Academy of Sciences), foi realizado por cientistas do Instituto Salk de Estudos Biológicos e da Universidade da Califórnia (EUA).

De acordo com a pesquisa, um membro específico da família de hormônios chamada urocortin, o urocortin-II, administrado via intravenosa em pequenas doses em ratos, aumentou significativamente a contração das células do músculo cardíaco. Os cientistas descobriram que esta proteína se associa a um receptor molecular chamado CRF2 nas células musculares do coração.

Os ratos manipulados geneticamente para não apresentar este receptor mostraram não responder ao urocortin-II e apresentaram pressão sangüínea maior que a normal. Os ratos com um tipo de insuficiência cardíaca que receberam o urocortin-II mostraram uma dramática melhora nas funções cardiovasculares. “Esperamos que este estudo amplie nossa compreensão sobre a ação do urocortin-II na fisiologia cardiovascular e aponte alvos precisos do receptor CRF2 para melhorar os tratamentos de doenças do coração”, disse Wylie Vale, pesquisador do Instituto Salk. Os pesquisadores precisam realizar mais experiências para encontrar um tratamento, já que o urocortin dos ratos é diferente do dos seres humanos.

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    De acordo com a pesquisa, um membro específico da família de hormônios chamada urocortin, o urocortin-II, administrado via intravenosa em pequenas doses em ratos, aumentou significativamente a contração das células do músculo cardíaco. Os cientistas descobriram que esta proteína se associa a um receptor molecular chamado CRF2 nas células musculares do coração.

    Os ratos manipulados geneticamente para não apresentar este receptor mostraram não responder ao urocortin-II e apresentaram pressão sangüínea maior que a normal. Os ratos com um tipo de insuficiência cardíaca que receberam o urocortin-II mostraram uma dramática melhora nas funções cardiovasculares. “Esperamos que este estudo amplie nossa compreensão sobre a ação do urocortin-II na fisiologia cardiovascular e aponte alvos precisos do receptor CRF2 para melhorar os tratamentos de doenças do coração”, disse Wylie Vale, pesquisador do Instituto Salk. Os pesquisadores precisam realizar mais experiências para encontrar um tratamento, já que o urocortin dos ratos é diferente do dos seres humanos.

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