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Histórico familiar gera predisposição no bebê

Arquivo Geral

27/07/2004 0h00

Há uma maior predisposição em desenvolver alergia alimentar em crianças que têm história familiar (pais e irmãos) de alergia – risco de 30% quando um dos pais é alérgico e de 70% quando ambos são alérgicos. No entanto nenhum marcador genético foi identificado de forma definitiva até o momento.

Os sintomas causados pela alergia alimentar são muito variáveis e podem ocorrer conjunta ou isoladamente. Os mais freqüentes são náuseas, vômitos, diarréia, constipação (prisão de ventre), regurgitação (a criança “golfa” com freqüência), cólicas intestinais, choro freqüente (irritabilidade), recusa alimentar, dificuldade para ganhar peso e estatura, asma, rinite, bronquite, otite de repetição e eczema (reações alérgicas na pele). Ela ataca principalmente o intestino, mas como envolve o todo sistema de defesa (imunológico) pode apresentar os sintomas em qualquer parte do corpo, como pele e vias respiratórias.

“Há tratamento para a alergia alimentar e o momento ideal para iniciá-lo é logo que o diagnóstico seja considerado. O tratamento se baseia fundamentalmente na dieta adequada que deve ser isenta do alérgeno ou dos alérgenos que produziram a alergia alimentar. Uns poucos pacientes se beneficiam do uso de medicamentos em situações de difícil manejo dietético”, afirma o dr. Mário Vieira.

A retirada de alimentos da dieta de crianças, pode levar a prejuízos de ordem nutricional se não houver substituição por produtos adequados que forneçam nutrientes em quantidade e qualidade adequadas para cada faixa etária. Atualmente há produtos no mercado que cumprem este papel de forma apropriada. O acompanhamento por um especialista familiarizado com questões de alergia alimentar é essencial para que um regime seguro e adequado seja utilizado. O sucesso da dieta depende da observação cuidadosa de que a mesma seja nutricionalmente completa e que não contenha os alérgenos causadores da alergia.

Além das manifestações já mencionadas, algumas crianças podem desenvolver reações alérgicas a múltiplas proteínas, principalmente quando o tipo de leite é mudado muitas vezes, na tentativa de achar o que melhor se adapta. Isto pode levar a prejuízo nas funções digestivas, provocar desnutrição, e colocar a saúde e vida da criança em risco.

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    27/07/2004 0h00

    Há uma maior predisposição em desenvolver alergia alimentar em crianças que têm história familiar (pais e irmãos) de alergia – risco de 30% quando um dos pais é alérgico e de 70% quando ambos são alérgicos. No entanto nenhum marcador genético foi identificado de forma definitiva até o momento.

    Os sintomas causados pela alergia alimentar são muito variáveis e podem ocorrer conjunta ou isoladamente. Os mais freqüentes são náuseas, vômitos, diarréia, constipação (prisão de ventre), regurgitação (a criança “golfa” com freqüência), cólicas intestinais, choro freqüente (irritabilidade), recusa alimentar, dificuldade para ganhar peso e estatura, asma, rinite, bronquite, otite de repetição e eczema (reações alérgicas na pele). Ela ataca principalmente o intestino, mas como envolve o todo sistema de defesa (imunológico) pode apresentar os sintomas em qualquer parte do corpo, como pele e vias respiratórias.

    “Há tratamento para a alergia alimentar e o momento ideal para iniciá-lo é logo que o diagnóstico seja considerado. O tratamento se baseia fundamentalmente na dieta adequada que deve ser isenta do alérgeno ou dos alérgenos que produziram a alergia alimentar. Uns poucos pacientes se beneficiam do uso de medicamentos em situações de difícil manejo dietético”, afirma o dr. Mário Vieira.

    A retirada de alimentos da dieta de crianças, pode levar a prejuízos de ordem nutricional se não houver substituição por produtos adequados que forneçam nutrientes em quantidade e qualidade adequadas para cada faixa etária. Atualmente há produtos no mercado que cumprem este papel de forma apropriada. O acompanhamento por um especialista familiarizado com questões de alergia alimentar é essencial para que um regime seguro e adequado seja utilizado. O sucesso da dieta depende da observação cuidadosa de que a mesma seja nutricionalmente completa e que não contenha os alérgenos causadores da alergia.

    Além das manifestações já mencionadas, algumas crianças podem desenvolver reações alérgicas a múltiplas proteínas, principalmente quando o tipo de leite é mudado muitas vezes, na tentativa de achar o que melhor se adapta. Isto pode levar a prejuízo nas funções digestivas, provocar desnutrição, e colocar a saúde e vida da criança em risco.

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