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Historiadora diz que Lênin morreu de sífilis

Arquivo Geral

23/10/2009 0h00


Um novo livro sobre a vida de Vladimir Lênin sustenta que o revolucionário russo e um dos fundadores da União Soviética morreu de sífilis, doença que teria contraído em Paris depois de uma relação sexual com uma prostituta.

Segundo a autora da obra, Helen Rappaport, especialista em história russa, diferentes documentos indicam que Lênin teve sífilis, da qual também foram vítimas outros homens famosos, diz a edição de hoje do jornal britânico Daily Telegraph.

Rapapport afirma que os sintomas da sífilis de Lênin eram visíveis e que muitos hierarcas russos suspeitavam de que sofria da doença, mas foram proibidos de falar sobre isso até a morte do líder político, em 1924, aos 53 anos.

Os documentos oficiais da época atribuem seu falecimento a três ataques apopléticos sofridos nos dois últimos anos de sua vida e às sequelas de uma tentativa de assassinato em 1918.

Rappaport baseia sua afirmação em um relatório do famoso cientista Ivan Pavlov no qual este afirmava que a revolução tinha sido feita por “um louco com o cérebro sifilítico”.

Em seu livro, intitulado Conspirator: Lenin in Exile (Conspirador: Lênin no Exílio, em tradução livre), a historiadora sustenta que o líder russo contraiu sífilis de uma prostituta de Paris em 1902.

Segundo Rappaport, a afirmação de Pavlov sobre Lênin aparece em documentos mantidos na universidade americana de Columbia e nos quais se reproduz uma conversa de 1928 em Paris do primeiro com outro cientista, Mikhail Zernov.

“Pavlov disse a Zernov que Lênin tinha sífilis e manifestava todos os sintomas” da doença, afirma a historiadora.

De acordo com Rappaport, “Pavlov conhecia os cientistas convocados a examinar o cérebro de Lênin depois de sua morte e todos coincidiram nesse diagnóstico”.

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