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Herbert estreitou vínculo com Brasília

Arquivo Geral

08/07/2003 0h00

Herbert Vianna demonstrou que seu vínculo com o público brasiliense continua forte. O show dos Paralamas do Sucesso no Porão do Rock foi marcado por demonstrações de carinho mútuo entre o líder da banda e a platéia. “É uma emoção sobrenatural”, definiu o músico, que se atrapalhou com as letras em duas ocasiões.

O show da turnê Longo Caminho divide-se em duas partes bem definidas. Na primeira, mais roqueira, o grupo volta a funcionar como o power trio dos seus primeiros anos, mas com uma dose extra de peso – marcada pela guitarra de Herbert e pelo pique acelerado do baterista João Barone. Na segunda etapa, a banda é acompanhada por teclado (o veterano João Fera) percussão, sax e trumpete. Com essa formação, mostra repertório de sotaque mais brazuca – sucessos como Alagados, O Beco, Loirinha Bombril, Caleidoscópio e Lanterna dos Afogados.

Num bis mais longo que o programado, eles despediram-se com duas músicas alusivas a Brasília: Que País é Esse?, do Legião, e Vital e Sua Moto e (“Os Paralamas do Sucesso iam tentar tocar na capital…”). Aprovado com louvor.

Em aproximadamente meia hora de apresentação no palco alternativo, o Phonopop mostrou personalidade, chegando a arriscar uma balada (anunciada com sarcasmo pelo vocalista, Fernando Brasil: “Acho que vai ser a primeira que vocês vão ouvir por aqui”). O som do conjunto brasiliense, com ênfase nas guitarras e ecos retrô de bandas britânicas como Kinks e Beatles, foi exibido com competência. Apesar de um ou outro deslize na voz, Fernando funciona bem como frontman. Só não agradou ao inevitável coro crítico de metaleiros.

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    Herbert estreitou vínculo com Brasília

    Arquivo Geral

    08/07/2003 0h00

    Herbert Vianna demonstrou que seu vínculo com o público brasiliense continua forte. O show dos Paralamas do Sucesso no Porão do Rock foi marcado por demonstrações de carinho mútuo entre o líder da banda e a platéia. “É uma emoção sobrenatural”, definiu o músico, que se atrapalhou com as letras em duas ocasiões.

    O show da turnê Longo Caminho divide-se em duas partes bem definidas. Na primeira, mais roqueira, o grupo volta a funcionar como o power trio dos seus primeiros anos, mas com uma dose extra de peso – marcada pela guitarra de Herbert e pelo pique acelerado do baterista João Barone. Na segunda etapa, a banda é acompanhada por teclado (o veterano João Fera) percussão, sax e trumpete. Com essa formação, mostra repertório de sotaque mais brazuca – sucessos como Alagados, O Beco, Loirinha Bombril, Caleidoscópio e Lanterna dos Afogados.

    Num bis mais longo que o programado, eles despediram-se com duas músicas alusivas a Brasília: Que País é Esse?, do Legião, e Vital e Sua Moto e (“Os Paralamas do Sucesso iam tentar tocar na capital…”). Aprovado com louvor.

    Em aproximadamente meia hora de apresentação no palco alternativo, o Phonopop mostrou personalidade, chegando a arriscar uma balada (anunciada com sarcasmo pelo vocalista, Fernando Brasil: “Acho que vai ser a primeira que vocês vão ouvir por aqui”). O som do conjunto brasiliense, com ênfase nas guitarras e ecos retrô de bandas britânicas como Kinks e Beatles, foi exibido com competência. Apesar de um ou outro deslize na voz, Fernando funciona bem como frontman. Só não agradou ao inevitável coro crítico de metaleiros.

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