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Heather Mills acusa imprensa britânica de difamação

Arquivo Geral

31/10/2007 0h00


Heather Mills, a segunda mulher do cantor Paul McCartney, acusou alguns meios britânicos de difamação e chegou a comparar o tratamento que recebe com os dados a Kate McCann e à princesa Diana.

Em entrevista concedida ao canal britânico ITV, a ex-modelo, que está em processo de divórcio com o cantor, atacou os meios por “empurrá-la a uma situação limite” e chegou a pedir às pessoas que deixem de comprar tablóides.

Ela comparou o tratamento que recebe da imprensa ao assédio a que foram submetidas a princesa Diana e Kate McCann, mãe de Madeleine, a menina britânica que desapareceu no Algarve português em 3 de maio. “Olha o que estão fazendo aos McCann. A mulher e o pobre pai perderam sua filha. O que estamos fazendo como país?”, afirmou.

“E o que os paparazzi fizeram a Diana? Perseguiram-na e a mataram”, acrescentou. Heather Mills revelou que recebeu “ameaças de morte” e que esteve “à beira do suicídio”.

“O que fazemos como país comprando este tipo de jornais sensacionalistas? É preciso forçar uma mudança como país responsável”, disse. Ela foi além e assegurou que seu plano era “mudar a lei no Parlamento Europeu”.

A ex-modelo lembrou que alguns jornais se referiram a ela como “uma p…, caçadora de fortunas, fantasiosa, mentirosa, as coisas mais dolorosas”. “Eu permaneci calada por causa da minha filha”, ressaltou.

“Ele nos ameaçaram de morte, estive à beira do suicídio. Tudo isto me incomoda muito. A cobertura midiática sobre o caso foi pior que a que dão a um pedófilo ou a um assassino, e eu não fiz nada mais que obras de beneficência durante 20 anos”.

Ela negou que os problemas que tem com Paul McCartney no processo de divórcio estejam relacionados com a suposta insistência do cantor para que Heather assine uma cláusula de confidencialidade.

“Isto é uma estupidez. Posso vender minha história agora. Estou tentando proteger Paul e nossa filha. Estou tentando e estão me colocando em uma situação limite. Dezoito meses de abusos, 4.400 artigos ofensivos”, destacou.

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