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Guerra Conjugal

Arquivo Geral

17/03/2005 0h00

Após grande sucesso no Brasil e em Portugal, no ano passado, o espetáculo Batalha de Arroz Num Ringue Para Dois, de Mauro Rasi, volta a Brasília, com Miguel Falabella e Cláudia Raia. A peça fica em cartaz apenas hoje e amanhã, às 21h, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional.

Batalha de Arroz Num Ringue Para Dois foi escrita em 1984 por encomenda de Miguel Falabella e Cláudia Jimenez. A atriz, entretanto, não pôde estrear o espetáculo e delegou a tarefa à Bia Nunnes. Na época, a montagem fez muito sucesso, o que se repetiu quase 20 anos depois, com a dupla Falabella e Cláudia Jimenez. Agora, quem vive a personagem Ângela é Cláudia Raia.

“Trabalhar com Miguel é divertidíssimo. Ele é um ator que cuida muito bem de sua companheira. A gente costuma dizer que trabalhar junto é como pegar a bolsa e ir a uma festa”, revelou Cláudia Raia ao Jornal de Brasília. Em 2000, a atriz estrelou com o ator o musical O Beijo da Mulher Aranha, de Manuel Puig.

Sob direção do próprio Falabella, Batalha de Arroz Num Ringue para Dois é uma comédia típica do teatro-besteirol sobre as agruras da vida a dois. O casal Nélio e Ângela vive quatro fases no conturbado casamento: bodas do ciúme, da egolatria, da supressão e da paixão. “A peça trata de temas recorrentes em qualquer rodinha. Há sempre o ciúme e aquele casal que se encontrou na hora errada”, observou Cláudia Raia.

A atriz explicou como são as esquetes da peça. “Subentende-se que, nas quatro bodas, o casal é sempre Nélio e Ângela, que estão casados em comunhão de males”. Cláudia revelou, ainda, alguns conflitos: “Nas bodas da supressão, por exemplo, Ângela é vampirizada por Nélio. Ela se deixa suprimir por ele, se queima, morde a língua, quebra o salto”. Nas bodas da egolatria, Ângela sofre com o marido. “Ela só consegue falar na hora da respiração de Nélio”.

Apesar de temas tão trágicos, a intérprete reforçou o caráter humorístico da peça: “Todo o espetáculo é em tom de comédia. E é sempre um sucesso”. Ela lembra que a Sala Villa-Lobos ficou lotada na temporada do ano passado. “Voltamos a Brasília porque a peça fez muito sucesso aqui. Mas, como era feriado, acho que o público da cidade mesmo não assistiu”, afirmou. O espetáculo vai passar pelo Nordeste, Sul e por Lisboa.

Cláudia Raia participará da próxima novela das oito da Globo, Belíssima, de Sílvio de Abreu. Segundo ela, Falabella está escrevendo a próxima novela das sete.

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    Guerra Conjugal

    Arquivo Geral

    17/03/2005 0h00

    Após grande sucesso no Brasil e em Portugal, no ano passado, o espetáculo Batalha de Arroz Num Ringue Para Dois, de Mauro Rasi, volta a Brasília, com Miguel Falabella e Cláudia Raia. A peça fica em cartaz apenas hoje e amanhã, às 21h, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional.

    Batalha de Arroz Num Ringue Para Dois foi escrita em 1984 por encomenda de Miguel Falabella e Cláudia Jimenez. A atriz, entretanto, não pôde estrear o espetáculo e delegou a tarefa à Bia Nunnes. Na época, a montagem fez muito sucesso, o que se repetiu quase 20 anos depois, com a dupla Falabella e Cláudia Jimenez. Agora, quem vive a personagem Ângela é Cláudia Raia.

    “Trabalhar com Miguel é divertidíssimo. Ele é um ator que cuida muito bem de sua companheira. A gente costuma dizer que trabalhar junto é como pegar a bolsa e ir a uma festa”, revelou Cláudia Raia ao Jornal de Brasília. Em 2000, a atriz estrelou com o ator o musical O Beijo da Mulher Aranha, de Manuel Puig.

    Sob direção do próprio Falabella, Batalha de Arroz Num Ringue para Dois é uma comédia típica do teatro-besteirol sobre as agruras da vida a dois. O casal Nélio e Ângela vive quatro fases no conturbado casamento: bodas do ciúme, da egolatria, da supressão e da paixão. “A peça trata de temas recorrentes em qualquer rodinha. Há sempre o ciúme e aquele casal que se encontrou na hora errada”, observou Cláudia Raia.

    A atriz explicou como são as esquetes da peça. “Subentende-se que, nas quatro bodas, o casal é sempre Nélio e Ângela, que estão casados em comunhão de males”. Cláudia revelou, ainda, alguns conflitos: “Nas bodas da supressão, por exemplo, Ângela é vampirizada por Nélio. Ela se deixa suprimir por ele, se queima, morde a língua, quebra o salto”. Nas bodas da egolatria, Ângela sofre com o marido. “Ela só consegue falar na hora da respiração de Nélio”.

    Apesar de temas tão trágicos, a intérprete reforçou o caráter humorístico da peça: “Todo o espetáculo é em tom de comédia. E é sempre um sucesso”. Ela lembra que a Sala Villa-Lobos ficou lotada na temporada do ano passado. “Voltamos a Brasília porque a peça fez muito sucesso aqui. Mas, como era feriado, acho que o público da cidade mesmo não assistiu”, afirmou. O espetáculo vai passar pelo Nordeste, Sul e por Lisboa.

    Cláudia Raia participará da próxima novela das oito da Globo, Belíssima, de Sílvio de Abreu. Segundo ela, Falabella está escrevendo a próxima novela das sete.

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