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Governo vai atacar problema

Arquivo Geral

07/09/2004 0h00

O governo federal tenta influir nas preocupantes estatísticas do câncer bucal por meio do programa Brasil Sorridente, do Ministério da Saúde. Na verdade, esse programa não ataca somente o problema do câncer bucal, ele é um conjunto de medidas para garantir a saúde da boca como um todo.

A novidade é que o ministério vai habilitar no mês de setembro mais de 50 Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) no País inteiro. Esses centros são um dos principais motores do Brasil Sorridente.

Na opinião do coordenador nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca, um dos fatores que dificultam a detecção do câncer bucal é o acesso aos serviços odontológicos. Um passo para aumentar esse acesso foi a inclusão do diagnóstico nas atividades de todas as Equipes de Saúde Bucal (ESB).

Ou seja, a oferta gratuita de exames que facilitem o diagnóstico é uma arma que a população mais carente tem. O SUS está, assim, entrando na história. “Os cerca de 48 milhões de pessoas que são atendidas pelas equipes já podem contar com esse exame, que virou rotina dentro do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirma Pucca.

estomatologiaO Ministério da Saúde também incluiu na atuação de todas as Equipes de Saúde Bucal a estomatologia, área da Medicina que estuda as doenças da boca e dos dentes. As ações do ministério para prevenção do câncer bucal são realizadas em parcerias com entidades como a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) e o Conselho Federal de Odontologia (CFO), com universidades e com as secretarias municipais e estaduais de Saúde.

A partir do momento em que a pessoa é diagnosticada com a doença, ela é encaminhada para tratamento. A idéia é que os CEOs possam cuidar dos casos em estágio inicial. Pacientes com a doença em nível mais avançado serão encaminhados para as unidades de alta complexidade do SUS.

Junto com as ações de diagnóstico e tratamento, o Ministério da Saúde realiza campanhas de caráter permanente. “A criação de uma rede de assistência bucal – o que não existia antes – pode potencializar as campanhas de prevenção”, diz Gilberto Pucca. “Não adianta só promover uma campanha se não há diagnóstico associado”, conclui.

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    Governo vai atacar problema

    Arquivo Geral

    07/09/2004 0h00

    O governo federal tenta influir nas preocupantes estatísticas do câncer bucal por meio do programa Brasil Sorridente, do Ministério da Saúde. Na verdade, esse programa não ataca somente o problema do câncer bucal, ele é um conjunto de medidas para garantir a saúde da boca como um todo.

    A novidade é que o ministério vai habilitar no mês de setembro mais de 50 Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) no País inteiro. Esses centros são um dos principais motores do Brasil Sorridente.

    Na opinião do coordenador nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca, um dos fatores que dificultam a detecção do câncer bucal é o acesso aos serviços odontológicos. Um passo para aumentar esse acesso foi a inclusão do diagnóstico nas atividades de todas as Equipes de Saúde Bucal (ESB).

    Ou seja, a oferta gratuita de exames que facilitem o diagnóstico é uma arma que a população mais carente tem. O SUS está, assim, entrando na história. “Os cerca de 48 milhões de pessoas que são atendidas pelas equipes já podem contar com esse exame, que virou rotina dentro do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirma Pucca.

    estomatologiaO Ministério da Saúde também incluiu na atuação de todas as Equipes de Saúde Bucal a estomatologia, área da Medicina que estuda as doenças da boca e dos dentes. As ações do ministério para prevenção do câncer bucal são realizadas em parcerias com entidades como a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) e o Conselho Federal de Odontologia (CFO), com universidades e com as secretarias municipais e estaduais de Saúde.

    A partir do momento em que a pessoa é diagnosticada com a doença, ela é encaminhada para tratamento. A idéia é que os CEOs possam cuidar dos casos em estágio inicial. Pacientes com a doença em nível mais avançado serão encaminhados para as unidades de alta complexidade do SUS.

    Junto com as ações de diagnóstico e tratamento, o Ministério da Saúde realiza campanhas de caráter permanente. “A criação de uma rede de assistência bucal – o que não existia antes – pode potencializar as campanhas de prevenção”, diz Gilberto Pucca. “Não adianta só promover uma campanha se não há diagnóstico associado”, conclui.

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