Fernando Fernandes é hoje um dos melhores repórteres esportivos do nosso vídeo, ainda assim a Record achou que não deveria renovar o seu contrato. Deve acertar com a Bandeirantes.
Na última segunda-feira, o ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, participou do programa do Galvão Bueno na SporTV e deu detalhes de uma nova loteria, que está sendo criada no Brasil, feita sob encomenda para salvar os times de futebol. Tudo organizado, na medida para tirar a corda do pescoço da maioria, inclusive com altas quantias anuais estipuladas para os clubes das séries A, B e C do campeonato brasileiro. Nada mais inoportuno. Nada mais revoltante. Por que outros setores, igualmente importantes do nosso País, como os donos de pequenas, micros, médias ou até grandes empresas não têm o mesmo privilégio? Por que só os clubes de futebol, em sua maioria, só chegaram a essa triste situação graças à incompetência e ao mau gerenciamento dos seus dirigentes? Atitudes como esta levam qualquer um a concluir que lamentavelmente está faltando seriedade. Com todo respeito, senhor ministro, ou haja moralidade ou comamos todos. Fica muito difícil entender o porquê de atender só aos times de futebol, inclusive isolando dos favorecimentos dessa loteria o lado social dos clubes. O brasileiro comum, aquele que dá duro, trabalha de sol a sol, luta com dificuldades para pagar suas contas, salários de funcionários, impostos e tudo mais não merece tomar – para usar uma linguagem apropriada ao caso – essa “bola nas costas”. Criar um jogo para pagar dívida chega a ser uma coisa vergonhosa. Depois vão dizer que o nosso país não é sério.
Na última segunda-feira, o ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, participou do programa do Galvão Bueno na SporTV e deu detalhes de uma nova loteria, que está sendo criada no Brasil, feita sob encomenda para salvar os times de futebol. Tudo organizado, na medida para tirar a corda do pescoço da maioria, inclusive com altas quantias anuais estipuladas para os clubes das séries A, B e C do campeonato brasileiro. Nada mais inoportuno. Nada mais revoltante. Por que outros setores, igualmente importantes do nosso País, como os donos de pequenas, micros, médias ou até grandes empresas não têm o mesmo privilégio? Por que só os clubes de futebol, em sua maioria, só chegaram a essa triste situação graças à incompetência e ao mau gerenciamento dos seus dirigentes? Atitudes como esta levam qualquer um a concluir que lamentavelmente está faltando seriedade. Com todo respeito, senhor ministro, ou haja moralidade ou comamos todos. Fica muito difícil entender o porquê de atender só aos times de futebol, inclusive isolando dos favorecimentos dessa loteria o lado social dos clubes. O brasileiro comum, aquele que dá duro, trabalha de sol a sol, luta com dificuldades para pagar suas contas, salários de funcionários, impostos e tudo mais não merece tomar – para usar uma linguagem apropriada ao caso – essa “bola nas costas”. Criar um jogo para pagar dívida chega a ser uma coisa vergonhosa. Depois vão dizer que o nosso país não é sério.
Deu no que deu. A Globo, às vezes, tem razões que a própria razão desconhece. Entendendo que o Corinthians, independentemente da sua colocação no campeonato brasileiro, sempre é garantia de melhores índices, a sua programação resolveu não mexer no esquema previamente elaborado para a transmissão dos jogos da atual temporada. Acontece que o torcedor, e por extensão o próprio telespectador, hoje já não se deixa enganar. Faltando apenas seis rodadas para o encerramento do Brasileirão, o time do Parque São Jorge, depois de uma campanha muito ruim, na melhor das hipóteses vai acabar numa posição intermediária da tabela e conseguir vaga para a Sul-Americana. Nada mais que isso. A Globo, no entanto, resolveu continuar apostando na equipe de maior torcida e o primeiro grande prejuízo foi contabilizado no último domingo. A nova derrota do Corinthians, desta vez por 3 a 0, para o Internacional de Porto Alegre, no Beira-Rio, fez a sua audiência cair de bico, com sérios prejuízos para Fausto Silva, domingo último. Na média geral, Gugu Liberato voltou a liderar o horário, marcando 21 a 20, com picos de 28 pontos, segundo números do Ibope. Nem mesmo a estréia de novos cenários, vinhetas e as participações do cantor Daniel, Heloísa Perissé, Ingrid Guimarães, grupo Revelação e Marcos Paulo conseguiram evitar essa derrota do Domingão.
Deu no que deu. A Globo, às vezes, tem razões que a própria razão desconhece. Entendendo que o Corinthians, independentemente da sua colocação no campeonato brasileiro, sempre é garantia de melhores índices, a sua programação resolveu não mexer no esquema previamente elaborado para a transmissão dos jogos da atual temporada. Acontece que o torcedor, e por extensão o próprio telespectador, hoje já não se deixa enganar. Faltando apenas seis rodadas para o encerramento do Brasileirão, o time do Parque São Jorge, depois de uma campanha muito ruim, na melhor das hipóteses vai acabar numa posição intermediária da tabela e conseguir vaga para a Sul-Americana. Nada mais que isso. A Globo, no entanto, resolveu continuar apostando na equipe de maior torcida e o primeiro grande prejuízo foi contabilizado no último domingo. A nova derrota do Corinthians, desta vez por 3 a 0, para o Internacional de Porto Alegre, no Beira-Rio, fez a sua audiência cair de bico, com sérios prejuízos para Fausto Silva, domingo último. Na média geral, Gugu Liberato voltou a liderar o horário, marcando 21 a 20, com picos de 28 pontos, segundo números do Ibope. Nem mesmo a estréia de novos cenários, vinhetas e as participações do cantor Daniel, Heloísa Perissé, Ingrid Guimarães, grupo Revelação e Marcos Paulo conseguiram evitar essa derrota do Domingão.