“Eu sou louco pela Cláudia Abreu desde que a vi atuar em novela pela primeira vez. Quando fiz Anos Rebeldes, o papel de Heloísa foi escrito especialmente para ela. Pátria Minha também, mas eu achava aquela heroína um pouquinho chata, a Alice, certinha demais, politicamente correta demais, sorte que eram Cláudia, Fábio Assunção e Pedro Cardoso, três gênios. Em Força de um Desejo, eu não tinha a quem oferecer a escrava branca Olívia, trama paralela. Mauro Mendonça Filho resolveu mostrar a sinopse a Cláudia e pra meu espanto ela topou fazer a trama paralela. Arrasou, foi um trabalho magnífico. Eu adoro escrever vilãs. Nada mais natural, portanto, que no meu trabalho seguinte, Celebridade, tenha escolhido Cláudia e escrito a Laura especialmente para ela, assim como a Maria Clara foi escrita especialmente para a Malu.” (Gilberto Braga)