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Flávio Venturini toca de graça no Pátio

Arquivo Geral

25/08/2004 0h00

Cultivado pela turma do Clube da Esquina, nos anos 70, e se revelado gigante da MPB ao lado da banda 14 Bis, Flávio Venturini alça vôos mais altos depois de 25 anos carreira consagrada. Cria seu selo independente Trilhos.Arte, lança o álbum de inéditas Porque Não Tínhamos Bicicleta, planeja um disco instrumental e, hoje, retorna a Brasília para esbanjar romantismo no projeto Vitrine MPB.

“Nesses anos que não fiz inéditas realizei trabalhos importantes para mim. Protelei o trabalho porque parti para a criação da minha própria gravadora. Demorei um ano para fazer o Tudo Porque Não Tínhamos Bicicleta”, justifica Venturini que, entre 1998 e 2003 homenageou o Clube da Esquina com o álbum Trem Azul e realizou o DVD Linda Juventude em comemoração aos seus 50 anos de idade.

Em show gratuito no Pátio Brasil, quase seis meses após tocar no Brasília Shopping, Venturini introduz ao público o cantor e violonista Aggeu, o primeiro artista contratado por sua gravadora. O músico mineiro abre o show de Venturini com o lançamento do disco Máquina do Tempo, assinado pela Trilhos.Arte.

Venturini aproveita para tecer considerações favoráveis aos grandes músicos da MPB que enveredam pelo mercado do selo independente, como é o seu caso e o de nomes como Djavan e Maria Bethânia. “É uma tendência geral do artista. As majors, aos poucos, ficarão a cargo somente de alguns novos músicos e distribuição de discos”, ressalta.

instrumentalFlávio Venturini é um romântico assumido. Amante de baladas, o compositor diz que quer enveredar pelo ramo da música instrumental, após o trabalho de divulgação do novo disco. “Gosto muito de baladas, mas tem um lado meu que é extremamente voltado para a música instrumental. É uma veia que quero ativar na minha carreira”, revela o músico que tem em seu currículo participações em festivais do gênero, como o Free Jazz.

Ultimamente, Venturini já desenvolve um projeto voltado para a música instrumental. “Estou trabalhando num projeto com uma orquestra sinfônica paulista, mas ainda não tenho perspectiva para lançá-lo”, adianta. Apesar da falta de previsão para investir nessa seara, Venturini espera que o álbum instrumental saia já no próximo ano.

Para o show de hoje, entretanto, o compositor mineiro apresentará um repertório standard, com direito às novas canções, criadas em parceria com Fernando Brandt e Milton Nascimento, que acompanham os passos de Venturini “desde o Clube da Esquina ao primeiro disco do 14 Bis”. O repertório contempla as novas Minha Estrela, Céu de Santo Amaro e O Melhor do Amor, além das suas clássicas Todo Azul do Mar e Mais Uma Vez.

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    Flávio Venturini toca de graça no Pátio

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    25/08/2004 0h00

    Cultivado pela turma do Clube da Esquina, nos anos 70, e se revelado gigante da MPB ao lado da banda 14 Bis, Flávio Venturini alça vôos mais altos depois de 25 anos carreira consagrada. Cria seu selo independente Trilhos.Arte, lança o álbum de inéditas Porque Não Tínhamos Bicicleta, planeja um disco instrumental e, hoje, retorna a Brasília para esbanjar romantismo no projeto Vitrine MPB.

    “Nesses anos que não fiz inéditas realizei trabalhos importantes para mim. Protelei o trabalho porque parti para a criação da minha própria gravadora. Demorei um ano para fazer o Tudo Porque Não Tínhamos Bicicleta”, justifica Venturini que, entre 1998 e 2003 homenageou o Clube da Esquina com o álbum Trem Azul e realizou o DVD Linda Juventude em comemoração aos seus 50 anos de idade.

    Em show gratuito no Pátio Brasil, quase seis meses após tocar no Brasília Shopping, Venturini introduz ao público o cantor e violonista Aggeu, o primeiro artista contratado por sua gravadora. O músico mineiro abre o show de Venturini com o lançamento do disco Máquina do Tempo, assinado pela Trilhos.Arte.

    Venturini aproveita para tecer considerações favoráveis aos grandes músicos da MPB que enveredam pelo mercado do selo independente, como é o seu caso e o de nomes como Djavan e Maria Bethânia. “É uma tendência geral do artista. As majors, aos poucos, ficarão a cargo somente de alguns novos músicos e distribuição de discos”, ressalta.

    instrumentalFlávio Venturini é um romântico assumido. Amante de baladas, o compositor diz que quer enveredar pelo ramo da música instrumental, após o trabalho de divulgação do novo disco. “Gosto muito de baladas, mas tem um lado meu que é extremamente voltado para a música instrumental. É uma veia que quero ativar na minha carreira”, revela o músico que tem em seu currículo participações em festivais do gênero, como o Free Jazz.

    Ultimamente, Venturini já desenvolve um projeto voltado para a música instrumental. “Estou trabalhando num projeto com uma orquestra sinfônica paulista, mas ainda não tenho perspectiva para lançá-lo”, adianta. Apesar da falta de previsão para investir nessa seara, Venturini espera que o álbum instrumental saia já no próximo ano.

    Para o show de hoje, entretanto, o compositor mineiro apresentará um repertório standard, com direito às novas canções, criadas em parceria com Fernando Brandt e Milton Nascimento, que acompanham os passos de Venturini “desde o Clube da Esquina ao primeiro disco do 14 Bis”. O repertório contempla as novas Minha Estrela, Céu de Santo Amaro e O Melhor do Amor, além das suas clássicas Todo Azul do Mar e Mais Uma Vez.

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