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Flávio Venturini inaugura selo próprio

Arquivo Geral

30/07/2003 0h00

Praticamente há oito anos sem um trabalho inédito – ele esteve diariamente com Prenda Minha nos lares brasileiros, pela trilha sonora da minissérie A Casa das Sete Mulheres, no início deste ano –, Flávio Venturini está lançando um novo disco, o décimo trabalho solo de sua carreira forjada nos anos 70, primeiro com a banda O Terço, depois com o Clube da Esquina, em seguida com o 14 Bis e, finalmente, nos anos 80, sozinho com seus piano e teclado.

O repertório de Porque não Tínhamos Bicicleta traz 14 temas inéditos, a participação especial do padrinho Milton Nascimento e do homenageado Caetano Veloso, além de Prenda Minha, que vem como bônus. Na verdade, esse novo álbum ancora um antigo sonho do músico mineiro: um selo próprio. Trilhos.arte, que será distribuído pela gravadora Trama. Junto com o CD de inéditas, o cantor relança dois discos dos anos 90: Noites com Sol e Beija-Flor.

“Para mim, é a realização de uma frase que cantei por anos seguidos depois que gravei Clube da Esquina II: os sonhos não envelhecem, e podem se realizar um dia. Márcio Borges tinha razão!”, conceitua o artista e agora também produtor musical. Porque não Tínhamos Bicicleta é o primeiro trabalho que ele assina por inteiro.

Quase todas as músicas são de autoria do cantor, inéditas, mas mantendo o mesmo ritmo, a mesma balada. De acordo com Flávio Venturini, foi difícil a escolha das músicas para o novo disco. “Tive que selecionar entre muitas músicas inéditas que tenho, pensei em lançar um CD duplo, mas achei melhor deixar algumas músicas para um possível novo disco”, contou o músico ao Jornal de Brasília.

Os shows para divulgação do novo trabalho começam em setembro. No dia 12, Flávio canta para o público baiano, em Salvador. No fim do mesmo mês, já tem agendada a presença no Rio de Janeiro, e em outubro em São Paulo. Ele pretende vir a Brasília para mostrar as novas músicas até o final do ano.

Venturini contou com ajudas valiosas para produzir o novo disco, como Ary Sperling, Torcuato Mariano – produtor de três dos últimos trabalhos de Flávio –, e também Celso Fonseca, para fazer Sob o sol do Rio. “Demorei um ano para fazer, mas fiz do meu jeito, com muito carinho, para quem gosta do estilo. Tive uma liberdade maior para trabalhar meu disco, ele ficou com a minha cara”, anima-se Flávio.

Ele explica que o nome do álbum Porque não Tínhamos Bicicleta, foi inspirado nas lembranças da infância, em uma época em que as coisas não eram tão fáceis e porque não se tinha uma bicicleta, subia-se morro, “jogava-se bola, bola de meia, bola de gude”. Ele define seu novo trabalho como sendo um painel de músicas agradáveis e que vão envolver o público com seu estilo romântico.

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    O repertório de Porque não Tínhamos Bicicleta traz 14 temas inéditos, a participação especial do padrinho Milton Nascimento e do homenageado Caetano Veloso, além de Prenda Minha, que vem como bônus. Na verdade, esse novo álbum ancora um antigo sonho do músico mineiro: um selo próprio. Trilhos.arte, que será distribuído pela gravadora Trama. Junto com o CD de inéditas, o cantor relança dois discos dos anos 90: Noites com Sol e Beija-Flor.

    “Para mim, é a realização de uma frase que cantei por anos seguidos depois que gravei Clube da Esquina II: os sonhos não envelhecem, e podem se realizar um dia. Márcio Borges tinha razão!”, conceitua o artista e agora também produtor musical. Porque não Tínhamos Bicicleta é o primeiro trabalho que ele assina por inteiro.

    Quase todas as músicas são de autoria do cantor, inéditas, mas mantendo o mesmo ritmo, a mesma balada. De acordo com Flávio Venturini, foi difícil a escolha das músicas para o novo disco. “Tive que selecionar entre muitas músicas inéditas que tenho, pensei em lançar um CD duplo, mas achei melhor deixar algumas músicas para um possível novo disco”, contou o músico ao Jornal de Brasília.

    Os shows para divulgação do novo trabalho começam em setembro. No dia 12, Flávio canta para o público baiano, em Salvador. No fim do mesmo mês, já tem agendada a presença no Rio de Janeiro, e em outubro em São Paulo. Ele pretende vir a Brasília para mostrar as novas músicas até o final do ano.

    Venturini contou com ajudas valiosas para produzir o novo disco, como Ary Sperling, Torcuato Mariano – produtor de três dos últimos trabalhos de Flávio –, e também Celso Fonseca, para fazer Sob o sol do Rio. “Demorei um ano para fazer, mas fiz do meu jeito, com muito carinho, para quem gosta do estilo. Tive uma liberdade maior para trabalhar meu disco, ele ficou com a minha cara”, anima-se Flávio.

    Ele explica que o nome do álbum Porque não Tínhamos Bicicleta, foi inspirado nas lembranças da infância, em uma época em que as coisas não eram tão fáceis e porque não se tinha uma bicicleta, subia-se morro, “jogava-se bola, bola de meia, bola de gude”. Ele define seu novo trabalho como sendo um painel de músicas agradáveis e que vão envolver o público com seu estilo romântico.

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