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Filmes de todo o mundo

Arquivo Geral

10/09/2003 0h00

Tem início hoje uma das mais representativas mostras do cinema internacional que ocorre na cidade anualmente. A quinta edição do Festival Internacional de Cinema (FIC) está repleta de inovações.

“As novidades para esta quinta edição do festival são 40 filmes dentro da Sessão Preview, sendo desse total, 70% inéditos no Brasil. E dez destes irão competir ao Troféu Buriti, escolhido pelo voto direto do público”, adianta Marco Farani, proprietário do Cine Academia e idealizador do festival.

Neste ano serão apresentados 119 filmes que representam a produção cinematográfica mundial. Destaque para as polêmicas produções francesas Carnage, de Delphine Gleize e Irreversível, de Gaspar Noé.

O festival terá três retrospectivas (Eduardo Coutinho, Íttala Nandi e Jean-Luc Godard) e quatro mostras paralelas, uma de filmes mexicanos, outra de filmes valencianos, uma terceira sobre filmes alemães e outra dedicada aos antigos filmes da Cinemateca Brasileira.

“O objetivo é dar visibilidade a uma das mais importantes instituições do cinema no Brasil, responsável pela preservação de grandes títulos da história do cinema”, afirma Farani. Entre as obras, destacam-se Gaijin, Os Caminhos da Liberdade (1979), de Tizuka Yamasaki, Metrópolis (1927) do austríaco Fritz Lang e Eles Não Usam Black Tie (1981), de Leon Hirszman. Além disso, haverá a Sessão Panorama Brasil, com 18 filmes, entre longas e curtas.

“A mostra Godard, com 15 filmes, é uma grande oportunidade para os jovens terem contato com a obra do cineasta francês, e para os mais vividos, reverem”, diz Farani.

Ao contrário das edições anteriores, a noite de abertura não será restrita a convidados. Os ingressos poderão ser adquiridos pelo público a R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Na compra de 20 ingressos, além de pagar meia entrada, será oferecido o catálogo do V FicBrasília.

A noite de abertura, apresentada por Paulo Betti, será com o filme Kopps, do diretor Josef Fares, que estará presente no evento. Libanês radicado em Estocolmo, Fares alcançou a maior bilheteria da história da Suécia com Jalla! Jalla!, seu primeiro longa-metragem produzido no ano passado.

Kopps é seu segundo filme e conta a história de Benny, um policial que é aficcionado pelos clichês dos policiais americanos, apesar de quase não ter crimes para resolver no calmo vilarejo onde vive. O curta-metragem De Morango, de Fernando Grostein de Andrade, também será apresentado.

Já confirmaram presença no festival nomes como Amos Gittai (Israel), Delphine Gleize (França), James Longley (EUA), Betse de Paula, Eduardo Coutinho, Evaldo Mocarzel, Fernando Grostein Andrade, Ittala Nandi, Murilo Salles, Rubens Ewald Filho, Sylvia Regina Bahiense Naves (diretora da Cinemateca Brasileira), Tizuka Yamasaki e outros.

O festival fará ainda o lançamento da série Cadernos do Cine Academia, publicações trimestrais com distribuição nacional, com o objetivo de traçar o perfil de diretores, atores e atrizes do cinema brasileiro. Um dos cadernos retratará a vida e obra do documentarista Eduardo Coutinho e outro da atriz Íttala Nandi.

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    10/09/2003 0h00

    Tem início hoje uma das mais representativas mostras do cinema internacional que ocorre na cidade anualmente. A quinta edição do Festival Internacional de Cinema (FIC) está repleta de inovações.

    “As novidades para esta quinta edição do festival são 40 filmes dentro da Sessão Preview, sendo desse total, 70% inéditos no Brasil. E dez destes irão competir ao Troféu Buriti, escolhido pelo voto direto do público”, adianta Marco Farani, proprietário do Cine Academia e idealizador do festival.

    Neste ano serão apresentados 119 filmes que representam a produção cinematográfica mundial. Destaque para as polêmicas produções francesas Carnage, de Delphine Gleize e Irreversível, de Gaspar Noé.

    O festival terá três retrospectivas (Eduardo Coutinho, Íttala Nandi e Jean-Luc Godard) e quatro mostras paralelas, uma de filmes mexicanos, outra de filmes valencianos, uma terceira sobre filmes alemães e outra dedicada aos antigos filmes da Cinemateca Brasileira.

    “O objetivo é dar visibilidade a uma das mais importantes instituições do cinema no Brasil, responsável pela preservação de grandes títulos da história do cinema”, afirma Farani. Entre as obras, destacam-se Gaijin, Os Caminhos da Liberdade (1979), de Tizuka Yamasaki, Metrópolis (1927) do austríaco Fritz Lang e Eles Não Usam Black Tie (1981), de Leon Hirszman. Além disso, haverá a Sessão Panorama Brasil, com 18 filmes, entre longas e curtas.

    “A mostra Godard, com 15 filmes, é uma grande oportunidade para os jovens terem contato com a obra do cineasta francês, e para os mais vividos, reverem”, diz Farani.

    Ao contrário das edições anteriores, a noite de abertura não será restrita a convidados. Os ingressos poderão ser adquiridos pelo público a R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Na compra de 20 ingressos, além de pagar meia entrada, será oferecido o catálogo do V FicBrasília.

    A noite de abertura, apresentada por Paulo Betti, será com o filme Kopps, do diretor Josef Fares, que estará presente no evento. Libanês radicado em Estocolmo, Fares alcançou a maior bilheteria da história da Suécia com Jalla! Jalla!, seu primeiro longa-metragem produzido no ano passado.

    Kopps é seu segundo filme e conta a história de Benny, um policial que é aficcionado pelos clichês dos policiais americanos, apesar de quase não ter crimes para resolver no calmo vilarejo onde vive. O curta-metragem De Morango, de Fernando Grostein de Andrade, também será apresentado.

    Já confirmaram presença no festival nomes como Amos Gittai (Israel), Delphine Gleize (França), James Longley (EUA), Betse de Paula, Eduardo Coutinho, Evaldo Mocarzel, Fernando Grostein Andrade, Ittala Nandi, Murilo Salles, Rubens Ewald Filho, Sylvia Regina Bahiense Naves (diretora da Cinemateca Brasileira), Tizuka Yamasaki e outros.

    O festival fará ainda o lançamento da série Cadernos do Cine Academia, publicações trimestrais com distribuição nacional, com o objetivo de traçar o perfil de diretores, atores e atrizes do cinema brasileiro. Um dos cadernos retratará a vida e obra do documentarista Eduardo Coutinho e outro da atriz Íttala Nandi.

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