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Filme roda em 48 rpm

Arquivo Geral

21/05/2003 0h00

Um cara com seus quase 40, Durval (Ary França), vive com a mãe, a Dona Carmita (Etty Fraser), uma senhora idosa, porém muito divertida, em um sobrado na cidade de São Paulo. O ano é 1995 e, na cena underground , ele parece não acreditar, ainda, que o vinil – aquele velho bolachão – está com os dias contados. Durval é um desses caras, que não acredita que a tecnologia do CD irá acabar com o vinil. E é por isso que ele mantém, nesse mesmo sobrado, uma pequena loja de discos, onde é possível encontrar raridades da MPB e do rock. Quando percebe que a mãe está cansada e precisa de alguém para ajudar nos afazeres domésticos, aparece Célia (Letícia Sabatella), uma moça prendada que promete mudar a vida de todos naquela casa. E é nesse instante que a loja vira pano de fundo para a trama e o clima começa a ficar tenso. O plano-seqüência inicial dá um show de direção. Enquanto a câmera viaja pelas ruas de São Paulo, mostra nas placas, nos outdoors e nas vitrines das lojas, os créditos (que vão dos atores e atrizes à diretora), o espectador pensa que está diante de uma grande obra. Mas o roteiro degringola da metade em diante. Perde fôlego e fica lento, como em 48 rotações por minuto.

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