O filme A Flauta Mágica, de Kenneth Branagh, transforma a sinfonia homônima de Mozart em um protesto contra a guerra. A obra, apresentada nesta quinta-feira no Festival de cinema de Veneza tem traços de ópera.
Mesmo com o lirismo do gênero musical, Kenneth Branagh parte da I Guerra Mundial para falar de conflitos que estão presentes em guerras atuais, como a do Oriente Médio. O diretor também fala de amor, de paz e de música em A Flauta Mágica.
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