Autobots versus Decepticons; Optimus Prime versus Megatron. Sucesso nos anos 80, a batalha futurista entre os dois clãs de veículos robotizados do planeta de Cybertron voltaram, e dessa vez no filme homônimo de live action (une atores e computação gráfica) que estréia na sexta-feira, mas já é exibido em horários regulares como pré-estréia nos cinemas da cidade.
Transformers, dirigido por Michael Bay (de Armageddon e Pearl Harbor) e orçado em US$ 150 milhões (cerca de R$ 285 milhões), recria os robôs que se transformam em automóveis e em aviões e foram febre principalmente entre os meninos na década de 80. E, pelo que indicam os mais de US$ 220 milhões (cerca de R$ 418 milhões) que já arrecadou nos Estados Unidos, a história fará sucesso novamente.
Transformers conta a história de dois grupos de robôs alienígenas que vêm à Terra para recuperar o cubo, um objeto capaz de dar vida a aparelhos eletrônicos. De um lado, estão os Autobots. Liderados por Optimus Prime, são robôs operários que lutaram por sua liberdade em Cybertron e, refugiados na Terra, tornam-se seres do bem que querem destruir o cubo e garantir a sobrevivência dos humanos.
Do outro, estão os Decepticons. Raça militar liderada por Megatron e querem, como fizeram em seu planeta de origem, ter o domínio de toda a forma de vida.
Trama
Sem se dar conta, Sam (Shia LaBeouf), um adolescente, envolve-se nessa guerra quando coloca um óculos do seu tataravô à venda na internet. Com o dinheiro, ele quer comprar um carro para conseguir a atenção da garota dos seus sonhos, Mikaela (Megan Fox).
Só que nos óculos quebrados está escondido um mapa com a localização do tal cubo. Quando compra o automóvel – um Camaro –, ele ganha a proteção do Autobot Bumblebee. Enquanto isso, uma base no Oriente Médio é atacada por um Decepticon. Os destinos dos soldados atacados, dos adolescentes e dos robôs se misturam e culminam no duelo final das Guerras Cybertronianas.
Antes do longa-metragem, os Transformers ficaram quase duas década escondidos no imaginário das crianças e adolescentes da Geração Coca-Cola. Desenho animado transmitido nas manhãs de domingo na TV aberta, em meados dos anos 80, os robôs viraram miniaturas e foram parar nas mãos da garotada como brinquedo, pela Estrela. Anos mais tarde ganhou até série em quadrinhos pela Editora Globo.