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Festival Internacional da Novadança apresenta espetáculos internacionais

Arquivo Geral

13/07/2007 0h00

A doação de um livro, novo ou usado, vale a entrada nos espetáculos que serão apresentados a partir de hoje dentro do programa da décima primeira edição do Festival Internacional da Novadança. Todos os exemplares recolhidos serão destinados a  bibliotecas de escolas públicas ou instituições carentes. Na programação de espetáculos do festival, que segue até segunda-feira, com apresentações às 20h, no Teatro da Caixa, estão peças internacionais como o Prestidigitaccions, da companhia Alta Realitat, dirigida por um dos mais prestigiados intérpretes da Catalunha, Jordi Cortés Molina.

No enredo, três personagens, envolvidos por desejos e frustrações, se sentem prisioneiros de suas memórias. Para se livrar das lembranças, manipulam seus próprios destinos. Em cada lembrança, sonho, pesadelo e atrás de cada porta a descoberta de seus destinos.

Sábado será a vez do espetáculo Na Planície, Logo Montanha, Aparece o Mar…, que explora a relação entre o movimento humano e as forças da natureza. O espetáculo de Dudude Herrmann é uma reverência ao meio ambiente em todos os aspectos que envolve o homem na face da terra. Dudude, que  é bailarina, coreógrafa, diretora de espetáculos, estuda desde a década de 1970 a pedagogia de ensino da dança contemporânea.

Domingo
Geovane ressaltou também o trabalho do francês Karim Sebbar, que irá apresentar o espetáculo K par K, programado para domingo. Nele, várias propostas de improvisação vivenciadas nas praças e avenidas das grandes cidades européias são incorporadas na dança de palco. Uma das mais recentes criações de Sebbar, Urgency, foi realizada no National Dance Centre de Paris em novembro passado.

Fechando o festival, será apresentado na segunda-feira Som Lido no Sono do Sol. O espetáculo do grupo Dança Pequena, se propõe a investigar os caminhos e processos que permitam a apropriação artística da personalidade. A companhia de dança, criada pelo bailarino e coreógrafo Edi Oliveira, dispensa em seus espetáculos o virtuosismo gratuito e os exageros estéticos,  privilegiando os movimentos simples e o lirismo de imagens cotidianas.

Leia mais sobre o Festival Internacional de Nova Dança

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