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Festival de Londres começa com ampla participação da América Latina

Arquivo Geral

10/09/2008 0h00

O Festival de Cinema de Londres será realizado entre os dias 15 e 30 de outubro tendo ampla participação de obras da América Latina, entre elas o curta Bom Garoto, uma co-produção entre Brasil e Estados Unidos.

A história do menino André, que vive o dilema de optar entre o amor de sua mãe e o desejo de ganhar dinheiro fácil com o crime em uma favela do Rio de Janeiro, é uma das obras da sessão de curtas e animação.

Além disso, a América Latina será representada no festival – que em sua 52ª edição terá 189 filmes e 108 curtas de 43 países – por Parque Vía, que ganhou o Leopardo de Ouro – prêmio máximo do Festival de Cinema de Locarno (Suíça) -, um relato sobre as desigualdades sociais e a solidão assinado por Enrique Rivero.

O México também contará com a participação de Lake Tahoe, de Fernando Eimbcke, e Desierto adentro, de Rodrigo Plá.

Por outro lado, da Argentina estarão presentes Leonera, de Pablo Trapero e que fala da luta de uma mulher para recuperar sua vida e liberdade, e Una semana solos, de Celina Murga, a história de um grupo de crianças que brinca com os limites da lei.

Também representam este país Liverpool, de Lisandro Alonso, e  La rabia, de Albertina Carri.

Na apresentação à imprensa, a diretora artística do Festival, Sandra Hebron, afirmou que este ano política, história e memória são temas recorrentes nos filmes programados.

Além disso, a diretora do British Film Institute, Amanda Nevill, disse que o festival é “muito aberto” e aprecia as “visões independentes”.

Justamente o filme que inaugurará a mostra de cinema, Frost/Nixon, do realizador Ron Howard, narra o encontro televisivo entre Richard Nixon e o jornalista David Frost quatro anos após o ex-presidente dos Estados Unidos ter que renunciar seu cargo.

O diretor Oliver Stone também dedicou seu último trabalho, W., a um presidente dos Estados Unidos, o atual, em uma produção que refaz a caminhada de George W. Bush, desde a sua juventude até a Casa Branca.

Também merece amplo destaque a produção de Steven Soderbergh sobre a vida de Ernesto Che Guevara e batizada apenas de Che.

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