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Fenômeno

Arquivo Geral

21/08/2004 0h00

Até dentro da Globo, tem muita gente impressionada com os altos índices de Senhora do Destino. Aliás, um dirigente da emissora tem explicação para isso: “Ao contrário das anteriores, essa novela ainda tem uma história”.

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    Fenômeno

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    21/08/2004 0h00

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      Fenômeno

      Arquivo Geral

      07/06/2003 0h00

      Eles não gravam entrevistas e não fazem shows. São um grupo meramente virtual. Ainda assim, Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes – Os Tribalistas – faturaram três troféus no Prêmio Multishow e são o maior fenômeno fonográfico do mercado nacional de todos os tempos. Apenas Roberto Carlos e o grupo Secos & Molhados – liderado por Ney Matogrosso –, no início dos anos 70, tiveram tanto êxito em suas carreiras quanto os Tribalistas, atualmente.

      Sem nenhuma promoção, o trio vendeu, desde o lançamento do CD Tribalistas, em 4 de novembro do ano pasado, mais de 1,8 milhão de cópias e receberam o primeiro DVD de platina do mercado – o que representa uma comercialização superior a 500 mil unidades para o vídeo que foi ao ar originalmente na Rede Globo, um dia antes do lançamento, depois do Fantástico. Agora, o trio se prepara para ultrapassar as fronteiras e conquistar o mundo. Pelo menos esse é o desejo da gravadora EMI.

      “Numa convenção da gravadora, há uns 15 dias, ficou decidido que os Tribalistas são a prioridade”, revela a Assessoria de Imprensa da EMI no Brasil. “O presidente mundial do grupo decidiu lançar o CD no mercado internacional, não só em alguns países. Mas no mundo todo.”

      A notícia não pegou de surpresa quem entende do mercado fonográfico. Elyvio Blower, coordenador artístico da Transamérica de Brasília, já previa o sucesso dos Tribalistas. “São três grandes nomes da MPB juntos. Esse é o motivo desse sucesso. Eles atingem três públicos diferentes com um produto só”, avalia Blower. “Mas se forem se lançar internacionalmente, acho que vai ter que rolar uma versão em inglês básica de algumas músicas.”

      O diretor artístico da Jovem Pan, Toninho Pop, engrossa o coro dos que acreditavam no fenômeno: “Quando eu ouvi o CD a primeira vez eu achei que tinha uma pegada legal. Eles criaram uma empatia tão grande com o público que parece que qualquer coisa que façam vai emplacar”.

      Nos seus 20 anos de carreira no rádio Toninho diz que nunca viu nada parecido: ” Eu já vi alguns fenômenos, mas não tão consistentes como eles. Nesse formato eu nunca vi. Eles não dão entrevistas, não fazem show. É um projeto ousado”.

      Se no rádio eles se mantêm entre os dez mais pedidos com os hits Já Sei Namorar e Velha Infância, nas lojas eles ocupam o primeiro lugar no ranking dos mais vendidos.

      “A gente já vendeu mais de dez mil CDs desde o lançamento, em novembro”, conta Gabriela Mazza, proprietária da rede Discoteca 2001. ” É o primeiro lugar em vendas, tanto o CD quanto o DVD. E não há CD que chegue. Quanto mais compramos para as lojas, mais vendemos. É incrível.” Quando esteve em Brasília, há um mês, para participar do Projeto Vitrine MPB, no Pátio Brasil Shopping, Arnaldo Antunes, em entrevista ao Jornal de Brasília, não quis falar sobre o futuro dos Tribalistas. Mas deixou escapar que o grupo produziu mate

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        Fenômeno

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        07/06/2003 0h00

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        Sem nenhuma promoção, o trio vendeu, desde o lançamento do CD Tribalistas, em 4 de novembro do ano pasado, mais de 1,8 milhão de cópias e receberam o primeiro DVD de platina do mercado – o que representa uma comercialização superior a 500 mil unidades para o vídeo que foi ao ar originalmente na Rede Globo, um dia antes do lançamento, depois do Fantástico. Agora, o trio se prepara para ultrapassar as fronteiras e conquistar o mundo. Pelo menos esse é o desejo da gravadora EMI.

        “Numa convenção da gravadora, há uns 15 dias, ficou decidido que os Tribalistas são a prioridade”, revela a Assessoria de Imprensa da EMI no Brasil. “O presidente mundial do grupo decidiu lançar o CD no mercado internacional, não só em alguns países. Mas no mundo todo.”

        A notícia não pegou de surpresa quem entende do mercado fonográfico. Elyvio Blower, coordenador artístico da Transamérica de Brasília, já previa o sucesso dos Tribalistas. “São três grandes nomes da MPB juntos. Esse é o motivo desse sucesso. Eles atingem três públicos diferentes com um produto só”, avalia Blower. “Mas se forem se lançar internacionalmente, acho que vai ter que rolar uma versão em inglês básica de algumas músicas.”

        O diretor artístico da Jovem Pan, Toninho Pop, engrossa o coro dos que acreditavam no fenômeno: “Quando eu ouvi o CD a primeira vez eu achei que tinha uma pegada legal. Eles criaram uma empatia tão grande com o público que parece que qualquer coisa que façam vai emplacar”.

        Nos seus 20 anos de carreira no rádio Toninho diz que nunca viu nada parecido: ” Eu já vi alguns fenômenos, mas não tão consistentes como eles. Nesse formato eu nunca vi. Eles não dão entrevistas, não fazem show. É um projeto ousado”.

        Se no rádio eles se mantêm entre os dez mais pedidos com os hits Já Sei Namorar e Velha Infância, nas lojas eles ocupam o primeiro lugar no ranking dos mais vendidos.

        “A gente já vendeu mais de dez mil CDs desde o lançamento, em novembro”, conta Gabriela Mazza, proprietária da rede Discoteca 2001. ” É o primeiro lugar em vendas, tanto o CD quanto o DVD. E não há CD que chegue. Quanto mais compramos para as lojas, mais vendemos. É incrível.” Quando esteve em Brasília, há um mês, para participar do Projeto Vitrine MPB, no Pátio Brasil Shopping, Arnaldo Antunes, em entrevista ao Jornal de Brasília, não quis falar sobre o futuro dos Tribalistas. Mas deixou escapar que o grupo produziu mate

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