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Falta de registro e de informação

Arquivo Geral

02/03/2004 0h00

A fosfatidilcolina, ao lado dos produtos para emagrecer, as cirurgias e outras intervenções estéticas, disputa as atenções quando o assunto é a beleza. Entre as polêmicas mais recentes, está a despertada pela fosfatidilcolina, que tem na ausência de registro na Anvisa um dos motivos para sua proibição. O produto era usado no Brasil para dissolver a gordura localizada, procedimento que ficou conhecido como a “dieta da injeção”.

No começo do ano passado, a Anvisa proibiu a fabricação, importação, distribuição, comércio e uso, para fins estéticos, de todo medicamento injetável, comercial ou manipulado, que contenha fosfatidilcolina. Além da falta de registro no País, a decisão foi justificada pela ausência de informações sobre a segurança do produto na dissolução de gorduras localizadas. É que, na verdade, esse é um medicamento cardiológico indicado e registrado fora do Brasil para o tratamento de embolia gordurosa. Para o produto voltar a ser comercializado, a indústria farmacêutica deve comprovar, em sua solicitação de registro, a segurança da sua utilização no combate à gordura localizada.

Outros produtos e equipamentos para a saúde também têm merecido a atenção da Anvisa. “Neste ano, a Anvisa vai estender a monitoração da propaganda de medicamentos para outros produtos sob regime de vigilância sanitária”, destaca Maria José Delgado Fagundes.

Para proteger os consumidores, a Agência publicou, por exemplo, resolução regulamentando a utilização das câmeras de bronzeamento artificial. Com isso, foram estabelecidas normas como a exigência de exame médico para a realização do procedimento. A Anvisa também está atenta aos equipamentos para ginástica passiva, como os que prometem um abdome definido sem suar a camisa. Em fiscalização realizada em 2001, verificou-se que apenas cinco marcas possuíam registro.

A gerente lembra que, mesmo quando conduzidas por profissionais sérios, as intervenções estéticas envolvem riscos que não podem ser ignorados. “Hábitos mais saudáveis, como a prática de atividades físicas e uma dieta equilibrada, continuam sendo a melhor maneira de ficar em forma”, diz.

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    02/03/2004 0h00

    A fosfatidilcolina, ao lado dos produtos para emagrecer, as cirurgias e outras intervenções estéticas, disputa as atenções quando o assunto é a beleza. Entre as polêmicas mais recentes, está a despertada pela fosfatidilcolina, que tem na ausência de registro na Anvisa um dos motivos para sua proibição. O produto era usado no Brasil para dissolver a gordura localizada, procedimento que ficou conhecido como a “dieta da injeção”.

    No começo do ano passado, a Anvisa proibiu a fabricação, importação, distribuição, comércio e uso, para fins estéticos, de todo medicamento injetável, comercial ou manipulado, que contenha fosfatidilcolina. Além da falta de registro no País, a decisão foi justificada pela ausência de informações sobre a segurança do produto na dissolução de gorduras localizadas. É que, na verdade, esse é um medicamento cardiológico indicado e registrado fora do Brasil para o tratamento de embolia gordurosa. Para o produto voltar a ser comercializado, a indústria farmacêutica deve comprovar, em sua solicitação de registro, a segurança da sua utilização no combate à gordura localizada.

    Outros produtos e equipamentos para a saúde também têm merecido a atenção da Anvisa. “Neste ano, a Anvisa vai estender a monitoração da propaganda de medicamentos para outros produtos sob regime de vigilância sanitária”, destaca Maria José Delgado Fagundes.

    Para proteger os consumidores, a Agência publicou, por exemplo, resolução regulamentando a utilização das câmeras de bronzeamento artificial. Com isso, foram estabelecidas normas como a exigência de exame médico para a realização do procedimento. A Anvisa também está atenta aos equipamentos para ginástica passiva, como os que prometem um abdome definido sem suar a camisa. Em fiscalização realizada em 2001, verificou-se que apenas cinco marcas possuíam registro.

    A gerente lembra que, mesmo quando conduzidas por profissionais sérios, as intervenções estéticas envolvem riscos que não podem ser ignorados. “Hábitos mais saudáveis, como a prática de atividades físicas e uma dieta equilibrada, continuam sendo a melhor maneira de ficar em forma”, diz.

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