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Exposição interativa traz companhia de contadores de história de volta a Brasília

Arquivo Geral

17/01/2008 0h00

A companhia carioca Os Tapetes Contadores de Histórias está em Brasília para mais uma temporada de apresentações na Caixa Cultural. A trupe ficará aqui até 9 de março com uma variada programação para todas as idades. O leque de atrações envolve exposição interativa, ateliês de histórias e sessões de histórias e espetáculos. Tudo com entrada franca. “Queremos mostrar a idéia de que os materiais podem se transformar”, explica Warley Goulart, contador de histórias.

A exposição interativa Tudo o que a Gente Vê ou Toca Tem História para Contar marca o início da turnê 2008 no DF. No Átrio dos Vitrais, os visitantes poderão encontrar uma série de objetos-cenários, além de jogos para manuseio e materiais para leitura.

“Todos podem vir porque as narrativas estão por toda parte da nossa vida. Os pais podem encontrar um universo interessante”, convida Warley, que acredita que o programa não é estritamente infantil.

Vaso, planta, moita, pedra e jardineira de tecido são alguns dos objetos que representarão as histórias dos escritores Ana Maria Machado e Ricardo Azevedo. Outros itens como tear, caixas, vestidos, painel e saia também fazem parte da exposição, que homenageia outros contadores de histórias como Marina Colasanti e Peter Bischel. As obras estarão acompanhadas dos livros correspondentes de cada autor, para que, além de descobrir, o público possa ler e conhecer melhor as historietas.

Outro destaque de Tudo o que a Gente Vê ou Toca Tem História para Contar são os objetos internacionais. A exposição terá painéis e livros de pano do projeto peruano Manos que Cuentan e tapetes criados pelo artesão e contador de histórias francês Tarak Hamman, do Projeto Raconte-Tapis.

Além da exposição, Carlos Eduardo Cinelli e Warley Goulart, diretores do grupo, também irão ministrar ateliês de Histórias, que são oficinas para adultos. “Pais, avós e pessoas que trabalham com arteterapia também costumam comparecer para aprender mais sobre a narração oral”, lembra Warley.

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