Menu
Promoções

Exercícios ajudam a prevenir

Arquivo Geral

03/08/2004 0h00

Atividades simples como ler bastante, fazer contas, jogar palavras cruzadas e, principalmente, participar ativamente de atividades sociais podem ajudar a prevenir o desenvolvimento de demências, incluindo o mal de Alzheimer.

Como se trata de uma doença relacionada a um fator genético, as pessoas que já têm uma tendência para o seu desenvolvimento e estimulam pouco a memória correm o risco de desenvolvê-la mais cedo e mais gravemente.

“As características genéticas podem se manifestar mais ou menos rápido, em função do meio ambiente e também da escolaridade, por isso a importância de se estimular a memória”, reforça a coordenadora do Programa de Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, Neidil Espínola. “Participar de grupos, estar ativo na família e na sociedade, ser estimulado para atividades, pode ajudar a memória”, acrescenta.

Quando se obtém o diagnóstico do mal de Alzheimer, é importante que a família seja apoiada e orientada. A Associação Brasileira de Alzheimer promove grupos de auto-ajuda aos familiares em vários estados brasileiros. São encontros em que as famílias trocam experiências e aprendem a cuidar e a entender o que está acontecendo com o idoso.

“Uma das situações mais dramáticas para uma família é ver um familiar querido com uma demência. É muito difícil porque aquele idoso que sempre foi o esteio da família está comprometido nas coisas mais simples da vida”, afirma Neidil.

A coordenadora destaca que não se deve confundir velhice com a doença. “Velhice não é doença. É importante que a família, os médicos e os profissionais de saúde estejam preparados para fazer a diferença entre o que é fisiológico e o que é patológico na velhice”, alerta.

    Você também pode gostar

    Exercícios ajudam a prevenir

    Arquivo Geral

    03/08/2004 0h00

    Atividades simples como ler bastante, fazer contas, jogar palavras cruzadas e, principalmente, participar ativamente de atividades sociais podem ajudar a prevenir o desenvolvimento de demências, incluindo o mal de Alzheimer.

    Como se trata de uma doença relacionada a um fator genético, as pessoas que já têm uma tendência para o seu desenvolvimento e estimulam pouco a memória correm o risco de desenvolvê-la mais cedo e mais gravemente.

    “As características genéticas podem se manifestar mais ou menos rápido, em função do meio ambiente e também da escolaridade, por isso a importância de se estimular a memória”, reforça a coordenadora do Programa de Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, Neidil Espínola. “Participar de grupos, estar ativo na família e na sociedade, ser estimulado para atividades, pode ajudar a memória”, acrescenta.

    Quando se obtém o diagnóstico do mal de Alzheimer, é importante que a família seja apoiada e orientada. A Associação Brasileira de Alzheimer promove grupos de auto-ajuda aos familiares em vários estados brasileiros. São encontros em que as famílias trocam experiências e aprendem a cuidar e a entender o que está acontecendo com o idoso.

    “Uma das situações mais dramáticas para uma família é ver um familiar querido com uma demência. É muito difícil porque aquele idoso que sempre foi o esteio da família está comprometido nas coisas mais simples da vida”, afirma Neidil.

    A coordenadora destaca que não se deve confundir velhice com a doença. “Velhice não é doença. É importante que a família, os médicos e os profissionais de saúde estejam preparados para fazer a diferença entre o que é fisiológico e o que é patológico na velhice”, alerta.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado